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Marximina Luzia Bernardo, árbitra do Campeonato Nacional de Futebol da Primeira Divisão (Girabola) e de nível internacional no quadro da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA) há 16 anos, deve ficar três anos, a partir da presente época, sem ajuizar qualquer jogo a nível interno, face à suspensão aplicada pelo Conselho de Disciplina da Federação Angolana de Futebol (FAF), por alegado acto de corrupção passiva, noticiou o Jornal dos Desportos na edição desta quinta-feira, 12 de Abril. Segundo a publicação que cita uma fonte da Federação Angolana de Futebol (FAF), o caso que está na origem da suspensão da árbitra internacional angolana, resulta da época de 2014, ano de que segundo a mesma fonte, ela foi corrompida pelos dirigentes do Benfica de Luanda para facilitar a equipa no jogo que disputou no dia 1 de Novembro, no Estádio Municipal do Tafe, com o Sporting de Cabinda, referente à 29ª jornada do campeonato nacional, cujo resultado saldou-se numa igualdade a uma bola. De acordo ainda com a fonte do diário desportivo, o Conselho de Disciplina da Federação Angolana de Futebol (FAF), após uma investigação, resultante da denúncia de um antigo dirigente do Sport Luanda e Benfica, cujo nome não foi revelado, conseguiu provas de documentos saídos da contabilidade do Benfica de Luanda, como uma transferência bancária para uma das contas da referida árbitra. “A árbitra internacional Marximina Bernardo está suspensa por três anos, a partir desta época, por se provar isso, de acordo com os documentos em posse do Conselho de Disciplina da FAF, ter recebido dinheiro proveniente do Benfica de Luanda, em 2014, para facilitar esta equipa no jogo que disputou em Novembro desse ano, no Estádio do Tafe, com o Sporting de Cabinda, para a 29ª jornada do Girabola. O dinheiro resulta de uma transferência bancária efectuada por alguém com ligações ao clube Benfica”, disse a fonte. A fonte disse, igualmente, que o indivíduo que alegadamente fez a transferência do dinheir

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DENÚNCIA PÚBLICA O Governador de Malanje Kwata Kanawa está a ser investigado pelo Tribunal de Contas devido ao valor das obras, como a centralidade, reabilitacao do Hospital Regional, Lar da Terceira Idade que misteriorsamente desapareceram. O mesmo está a ser obrigado a repor os valores. Por sua vez, o governador apertou o cinto nas estradas e aumentou os preços das taxas para quem lhe for recebida a moto. Com ou sem documentos te recebem a moto. O dinheiro da multa (que chega a 40 ou mais) vai para uma conta particular que, supostamente, abriu.

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O ex-governador do Banco Nacional de Angola, Valter Filipe, foi constituído arguido há dois dias, pela Procuradoria-Geral da República, pelo seu envolvimento na burla dos 500 milhões de dólares, noticia o portal “Maka Angola”. De acordo com fontes institucionais que avançaram a informação ao Maka Angola, na semana passada, o ex-presidente do Fundo Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos, também foi constituído arguido no mesmo caso. Trata-se da transferência, em Setembro passado, de 500 milhões de dólares do Banco Nacional de Angola para uma conta no Crédit Suisse de Londres, como garantia para um suposto financiamento de 30 biliões de dólares. Conforme já foi investigado pelo Maka Angola, na verdade, a operação acabaria por se revelar uma burla contra o Estado angolano, protagonizada por José Filomeno dos Santos. Para levar a cabo, este recorreu a uma sua empresa-fantasma, a Mais Financial Services. As autoridades financeiras londrinas suspeitaram, e bloquearam os fundos em Londres. A referida transferência levou à demissão, a 27 de Outubro passado, do então governador do Banco Nacional, Valter Filipe. No entanto, toda a operação, conforme descrita pela investigação do Maka Angola, foi autorizada pelo então presidente José Eduardo dos Santos, para favorecimento ilícito do seu filho Zenú e os cúmplices deste, nomeadamente Jorge Gaudens Pontes Sebastião. Em última instância, foi o então chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, quem ordenou a Valter Filipe que procedesse à transferência dos 500 milhões de dólares.

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Altos dirigentes angolanos, entre governantes e partidários são citados como guardiões dos cidadãos expatriados, da República da Tailândia, detidos pelo SIC no Sábado, 3, numa das unidades hoteleiras de Luanda, sob suspeita de burla e falsificação de documentos. Segundo Jornal “Correio da Kianda”, informam que os cidadãos expatriados, de nacionalidade tailandesa e um subchefe do Gabinete de intercâmbio da Polícia Nacional, já detidos pela Polícia Nacional, tiveram o apoio total de individualidades influentes na manobra administrativa do País, mormente o General do Exercito e chefe estado-maior, Sachipengo Nunda, Norberto Garcia, recentemente promovido a secretário para informação do “Bureau” Político do MPLA, Dino Matross, actual secretário das relações exteriores do Partido liderado por José Eduardo dos Santos,General das FAA reformado, José Arsénio Manuel, antigo logístico das FAA e sócio do projecto habitacional “Jardim de Rosas”, sito na zona da Camama, em Luanda e Belarmino Van-Dúnem Director do APIEX. A ESTRATÉGIA DA BURLA MILIONÁRIA: Consta que tudo terá começado no dia três de Dezembro de 2017 quando um grupo de supostos empresários tailandeses abordou, por intermédio de Norberto Garcia e Belarmino Van-Dúnem, outras figuras influentes do Estado angolano no sentido de um investimento avaliado em cerca de 50 mil milhões de dólares. Para isso, os empresários terão, de imediato, preparado um cheque de um banco tailandês demonstrando a existência deste valor e anexado ao mesmo várias fotografias com altas figuras angolanas e divulgar para atrair incautos investidores e deles obter valores para eventuais parcerias tendo com isto burlado um cidadão canadiano, um eritreu e um chinês e alguns empresários em Luanda, Benguela e Cuanza Sul. No entanto, a par dos cheques e das fotografias ilustrativa dos encontros, o grupo falsificou a assinatura do Vice Presidente da República, Bornito de Sousa, numa carta convite para os mesmos. A rede de indivíduos, segundo fonte

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O presidente da Associação cívica “Mãos Livres”, Salvador Freire disse que a sua agremiação deu entrada nesta quinta-feira, 01 de Março, na Procuradoria-Geral da República, uma queixa-crime contra à antiga gestora da petrolífera angolana Sonangol, Isabel dos Santos, por supostamente ter transferido para as suas contas um valor estimado em 38 milhões de dólares. Segundo o advogado das “Mãos-Livres”, caso venha se confirmar a veracidade da denúncia feita pelo o actual Presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Carlos Saturino, em conferência de imprensa desta quarta-feira, 28 de Fevereiro, a PGR deve agir e responsabilizar criminalmente à filha de José Eduardo dos Santos, antigo Presidente da República. O PCA da Sonangol denunciou que a transferência teria sido feita pela administração cessante, após a sua exoneração. Na sua comunicação, Carlos Saturnino enumerou outras constatações sobre o grupo Sonangol, que encontrou após a exoneração da anterior administração, liderada por Isabel dos Santos, filha do ex-Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos. “Tomámos posse no dia 16 de Novembro de 2017 e nesse dia, à noite, apercebemos que o administrador que cuidava das finanças na Sonangol, embora tivesse sido exonerado no dia 15, ordenou uma transferência no valor de 38 milhões de dólares para a Matter Business Solution, com sede no Dubai”, acusou. Segundo Carlos Saturnino, a referida transferência foi realizada através do banco BIC, “que passou a ser um dos bancos preferenciais a nível da Sonangol”. “Acho que isso dispensa comentários. Não foi o único caso. No dia 17 de Novembro, houve o pagamento de mais quatro facturas também. Ou seja, como é que pessoas que tinham sido exoneradas pelo Governo ainda faziam transferências. Não pode ser um ato de boa fé de certeza absoluta”, observou Carlos Saturnino.

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DENÚNCIA Aqui na repartição de identificação civil e criminal o atendimento rápido é só por meio de gasosa, segundo as reclamações das pessoas que estao aqui desde às 6, ( na ilha). Atendem os conhecidos e quem der gasosa, só para o registo criminal.

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No Bengo estão a pedir as empresas- armazéns (ver imagem)... por causa de uma visita a 27 de Fevereiro da Sra governadora ao municipio dos Dembos.

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Manifestacao em Angola

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Manifestacao em Angola

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Um grupo de estudantes e activistas cívicos convocou para sexta-feira, 26/01, uma “marcha de repúdio” contra ao que considera à prática da cobrança da “gasosa” no acto de matrículas nas escolas do ensino público. A “marcha de repúdio” ao fenómeno “gasosa” (acto de corrupção) nas escolas públicas do país, acontece por volta das 12 horas, de sexta-feira, 26, defronte às instalações da Direcção Provincial da Educação de Luanda, com a partida frente ao cemitério de Santa Ana sob lema: “Basta à gasosa escolar a partir de 2018” local onde deve ser lida a “nota de protesto”. Em declarações a Rádio Angola, o grupo de estudantes promotora do protesto, advogou que o propósito da marcha é chamar atenção das autoridades competentes, pais e encarregados de educação no sentido de se pôr fim à cobrança da “gasosa” nas instituições escolares do Estado. O estudante Donito Cardoso um dos organizadores da marcha, afirmou que a cobrança da “gasosa” é uma prática de corrupção, por isso para ele constitui crime de acordo com a legislação angolana. O também activista cívico diz que para a realização da “marcha pacifica” em obediência ao artigo 47º da Constituição da República de Angola (CRA), foram cumpridos todos os procedimentos legais exigidos pó lei dando a conhecer às autoridades Governo Provincial de Luanda (GPL), por isso, o grupo espera que os “marchantes” tenham a protecção da polícia nacional durante o acto. “É preciso chamar atenção da sociedade para o facto de, numa nova era, uma nova república e um novo presidente o país manter-se com as mesmas práticas de corrupção”, disse o jovem insatisfeito. Hélder Ribeiro Isaac, um dos subscritores da carta entregue ao GPL avança que a marcha vai partir do “Cemitério da Santa” até ao “Largo das Escolas” defronte à Direcção Provincial de Educação de Luanda, e ao mesmo tempo lamenta a prevalência do fenómeno da “gasosa” nas escolas públicas. Filipe Pascoal Sakuande, outro subscritor da pretensa marcha sublinhou que os participant

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Banqueiros em Angola: Na sua maioria ou todos são membros do Bureau Político do MPLA

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Pelo menos nove cidadãos, entre os quais cinco antigos altos funcionários da Administração-Geral Tributária, estão acusados pelo Ministério Público Angolano de desviar receitas de impostos cobrados a empresas. Os dados avançados pela Agência Lusa indicam que, entre os acusados consta altos funcionários da Administração-Geral Tributária, pelo alegado desvio de 1.580 milhões de kwanzas, em receitas de impostos que teriam sido cobrados a empresas. De acordo com a acusação do Ministério Público, a que o Zuela teve acesso ao inicio da tarde desta terça-feira, 26/12, entre os acusados neste processo, e em prisão preventiva desde Outubro, está Nickolas Neto, que à data dos factos era um dos administradores da AGT, com os pelouros da Direção de Tributação Especial, Direção Técnica e o Gabinete de Comunicação Institucional. Os cinco ex-funcionários da AGT estão acusados, em coautoria, de crimes de corrupção passiva, fraude fiscal qualificada, associação de malfeitores e branqueamento de capitais, de acordo com a acusação. “De realçar que tramitam na instrução vários processos da mesma natureza contra os arguidos envolvendo outras empresas”, lê-se no mesmo despacho de acusação. De acordo com a Lusa, no documento é citado o caso da TECNIMED – Equipamento e Material Hospitalar, cuja administração terá sido contactada em 2016 pelo arguido Nickolas Neto, alertando para uma dívida fiscal da empresa. Posteriormente, os arguidos colocaram-se à disposição dos administradores da TECNIMED para “regularizar a dívida”, caso a empresa aceitasse a prestação de serviço de consultoria dos mesmos. A 18 de julho, a empresa em causa foi notificada pela 1.ª Repartição Fiscal de Luanda de uma dívida tributária no valor superior a 580 milhões de kwanzas (três milhões de euros), referente ao exercício fiscal de 2014. Após a intervenção dos arguidos da AGT e outros intermediários, esse montante foi reduzido para menos de 10 milhões de kwanzas (51 mil euros), com o documento da redução do valo

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Ao discursar na condição de vice-presidente do partido no poder, no encerramento do seminário realizado em Luanda, sobre o combate à corrupção, João Lourenço disse que “os ricos são bem-vindos desde que as suas fortunas sejam lícitas”. Na luta contra o cancro da corrupção que cada vez mais “roí e corroí” o país acentuando deste modo os níveis de pobreza e miséria à maioria da população angolana, o Presidente da República, afirmou a necessidade de o Estado angolano recuperar o dinheiro retirado do erário público e domiciliado por algumas figuras em diversos bancos no exterior do país. Neste sentido, disse João Lourenço, o governo angolano de que é titular, vai no início do ano (2018) “estabelecer um período de graça durante o qual todos aqueles cidadãos angolanos que repatriarem capitais do estrangeiro para Angola e os investirem na economia, em empresas geradoras de bens, de serviços e de emprego, não serão molestados, não serão interrogados das razões de terem tido o dinheiro lá fora, não serão processados judicialmente”. Findo esse prazo, sustentou o Presidente da República, o “Estado angolano sente-se no direito de o considerar dinheiro de Angola e dos angolanos e como tal agir junto das autoridades dos países de domicílio, para tê-lo de volta em sua posse”. “O Executivo encoraja as entidades competentes na luta contra a corrupção e branqueamento de capitais, como a Unidade de Informação Financeira, os Serviços de Investigação Criminal, a Procuradoria Geral da República e os Tribunais competentes, através da melhor formação e capacitação de seus quadros, bem como de melhor oferta de condições de trabalho e meios técnicos para o cumprimento do dever que cada um a seu nível tem perante a Nação”, disse João Lourenço. Assegurou que uma “forma de o fazer é obter uma resposta clara, fundamentada e oportuna por parte da Administração Pública e erradicar do seio das nossas fileiras e das nossas instituições aqueles que comprovadamente praticam crimes que lesam o int

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Estão sendo dadas como fidedignas as informações que circulam nas redes sociais de uma alegada operação feita pelos agentes dos Serviços de Investigação Criminal (SIC) numa “quinta”, em Luanda, do General Hélder Manuel Vieira Dias “Kopelipa”, ex-Chefe da Casa de Segurança do antigo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, que terá culminado com a apreensão de 1 bilião de dólares e 135 biliões de kwanzas, bem como pedras valiosas de diamantes. Segundo os dados avançados, as avultadas somas em dinheiro (dólar e kwanza) eram retirados do Banco Nacional de Angola (BNA), colocando-se à parte as pedras de diamantes, que segundo fontes as mesmas terão saído da sua mina ou da sodiam. “É única coisa que Kopelipa quer de volta alegando que isso não é do estado mais sim pessoal”, refere a fonte do “ZUELA”. Os factos reportados indicam que, a operação terá tido uma orientação do Presidente da República, João Lourenço no âmbito do combate à corrupção, uma das apostas do seu mandato resultante das eleições gerais de 23 de Agosto de 2017, em que venceu com a maioria qualificada. “Quando Kopelipa se apercebe através dos seus seguranças no local, que os homens dos Serviços de Investigação Criminal (SIC) estavam na “quinta” com um mandado de busca apreensão e vistoria, Kopelipa ordenou aos seus seguranças para não deixar ninguém entrar”, sustenta a fonte. A fonte sublinha que o General “Kopelipa” teria ido de seguida ao Palácio Presidencial da Cidade Alta com o propósito de persuadir o Presidente João Lourenço que ordenasse a saída do local dos efectivos do SIC e não consumarem o acto de apreensão e buscas na sua “quinta”. “Só que bateu com a porta na cara, ( não foi recebido), pensou que fosse como naquela era de JES, onde conseguia manipular tudo e todos”, ironizou a fonte. Hélder Manuel Vieira Dias “Kopelipa”, na descrição que faz ao assunto, diz-se que “saiu do Palácio Presidencial chateado molhado e humilhado, os seus seguranças da quinta ligavam de forma insistente

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Segundo denuncias, consta que o ex-secretário do Governo da Província do Huambo e actual Administrador Municipal do Longondjo, Sérgio Raúl está envolvido num esquema de desvios de fundos do Estado para o proveito pessoal. A página da “Jonews” descreve que, o actual Administrador do Lungondjo não é o único envolvido no esquema “vergonhoso”. De acordo com a fonte que o “ZUELA” vem citando, o ex-directo do GEP agora nomeado ao cargo de Administrador do município sede da província (Huambo), Victor Tchissinghui, bem como Constantino de Jesus César que “actualmente gere os milhões atacados no cofres do Estado. O esquema, segundo a descrição dos factos, consistiu no seguinte: - “para adjudicar a obra a Soares da Costa (como as imagens ilustram), Sérgio Raul reuniu-se com Victor Tchissingui e o responsável da Construtora no Huambo, aonde acordaram que, efectivamente a obra para a construção do centro cultural do Huambo fica para a Soares da Costa. Em contrapartida, a empresa construtora devia também construir o Instituto Nacional de Estatística no Huambo, mas, a custo zero; porém, deve a Soares da Costa remeter a Secretaria do Governo Provincial o orçamento da empreitada do Institutos Nacional de Estatística e do Centro Cultural. É aí aonde entra Constantino de Jesus César, então chefe das ordens de saque, que teve de alocar para a conta da empreiteira os pagamentos referentes a construção das duas empreitadas”. Como o esquema já estava montado, prossegue a fonte que estamos a citar, o dinheiro pago à construtora, foi estornado para a Benguela Construções que através da AFAC ( empresa de Constantino de Jesus César) remeteu os milhões para os que na altura executaram o orçamento da província do Huambo, já que o então governador Faustino Muteka encontrava-se doente, uma vez na China, outra no Brasil, onde os três mosquiteiros, Sérgio Raul, Victor Tchissingui e Constantino de Jesus César, se deslocaram vezes sem conta, em classe executiva da Emirates, ao encontro do govern

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Acaba de chegar a redação do Zuela a seguinte informacao Fonte: Joana Clementina added 2 new photos. HUAMBO Este condomínio pertence ao Sérgio Raul, ex secretário do Governo e actual administrador do Tchinjenje. Este condômino foi construído com o dinheiro dos cofres do estado, alocados para o orçamento do governo provincial do Huambo, em 2012 - 2015, quando Victor Tchissingui era o tal no GEP, Constantino de Jesus César dava o ENTER para as ordens de saque, Sérgio Raúl, nas vestes de Secretário Geral do Governo, comandava todo esquema que lhe fez milionários ele e a sua equipa. Todo este saque aos cofres do estado que condicionou a conclusão de obras estruturantes na província do Huambo, foi feito sobre o olhar conivente dos órgãos de Estado encarregues de travar a criminalidade organizada. Estás pessoas que pilharam o dinheiro de todos nós, fragilizaram o sistema de saúde, educação, energia, águas e estradas, são as que João Baptista Kussumua chama de mais capazes, aliou ao seu cunhado Marlinho (actual director do Gep), afilhada Maricel Capama (vice governadora), sobrinho Yala Gomes (director do Governo), sobrinho Vaudilho (director do Comércio), para continuar a pilhar o pouco que o Huambo recebe, programado para promover o bem-estar da população do Huambo. Jonews continua a investigar outros factos.

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Por Joana Clementina: NAMIBE Essa obra foi paga 100% e o ex governador provincial Rui Falcão desviou parte da verba para a fazenda ou rancho como ele próprio assim chama , que situa-se quem vai pra comuna da lucira com mais de 1000 hectares e la tem muitos meios do estado como viaturas, poste de iluminação pública que eram para a estrada que liga o aeroporto a cidade, inclusive tem bombas de combustíveis la dentro, tem luxo sem precedentes que ninguém imagina.

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Corruption in Angola

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Corrupcao em Angola

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Fundo suberno e a corrupcao em Angola

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Zuela ( um projecto da Friends of Angola) esta a fazer sondagens para ouvir a opinião dos angolanos sobre a liderança da petrolífera estatal, Sonangol. Vota Aqui: https://poll.fbapp.io/dkxfjh

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Corrupcao em Angola

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Manifestacao em Angola

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aaaayyyyeee

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"O novo Presidente de Angola, empossado nesta terça-feira, 26, em Luanda, garantiu que irá cumprir a promessa feita na campanha de lutar contra a corrupção que, segundo ele, “grassa as instituições do Estado”. Por VOA Mais: https://www.voaportugues.com/a/joao-lourenco-posse-corrupcao-jovens/4044688.html?ltflags=mailer

descrição to título...FoA

BBC News reports that Samsung heir Lee Jae-yong has been sentenced to a 5 year jail term by a court in South Korea. Lee was convicted in a bribery scandal that also saw the impeachment of former South Korea president. Source:http://www.bbc.com/news/business-41033568

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By Gabriele Steinhauser in Luanda, Angola, and Patricia Kowsmann in Lisbon João Lourenço, the front-running presidential candidate of the People’s Movement for the Liberation of Angola, attends a campaign rally in Lobito, Angola, on Aug. 17.Photo: MANUEL DE ALMEIDA/European Pressphoto Agency Angolans go to the polls this week to pick their first new president in decades, but money-laundering and bribery cases are raising questions about the ability of Africa’s No. 2 oil producer to tackle corruption and right its economy. More: https://www.friendsofangola.org/archives/10071

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By The New York Times Angola is often listed as one of the world’s most corrupt nations. And Portugal has been singled out for its laxness in reining in money laundering and bribery, particularly in its dealings with Angolans, according to the Organization for Economic Cooperation and Development, the research and policy organization of the world’s richest countries. “In Angola, they call Portugal the laundromat,” said Ana Gomes, a Portuguese lawmaker in the European Parliament and a member of Portugal’s governing Socialist Party. “It’s because it is.” More at: https://www.nytimes.com/2017/08/22/world/europe/angola-portugal-money-laundering.html

The Vanguard Newspaper in Nigeria reports that heavily armed gunmen attacked the headquarters of the Economic and Financial Crimes Commission (EFCC) in the Nigeria federal capital of Abuja. The hoodlums could not make their way into the complex as they were repelled by security men on duty. Source:http://www.vanguardngr.com/2017/08/breaking-gunmen-attack-efcc-headquarters/

Candidato do MPLA João Lourenço entrega bens as autoridades tradicionais

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Marximina Luzia Bernardo, árbitra do Campeonato Nacional de Futebol da Primeira Divisão (Girabola) e de nível internacional no quadro da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA) há 16 anos, deve ficar três anos, a partir da presente época, sem ajuizar qualquer jogo a nível interno, face à suspensão aplicada pelo Conselho de Disciplina da Federação Angolana de Futebol (FAF), por alegado acto de corrupção passiva, noticiou o Jornal dos Desportos na edição desta quinta-feira, 12 de Abril. Segundo a publicação que cita uma fonte da Federação Angolana de Futebol (FAF), o caso que está na origem da suspensão da árbitra internacional angolana, resulta da época de 2014, ano de que segundo a mesma fonte, ela foi corrompida pelos dirigentes do Benfica de Luanda para facilitar a equipa no jogo que disputou no dia 1 de Novembro, no Estádio Municipal do Tafe, com o Sporting de Cabinda, referente à 29ª jornada do campeonato nacional, cujo resultado saldou-se numa igualdade a uma bola. De acordo ainda com a fonte do diário desportivo, o Conselho de Disciplina da Federação Angolana de Futebol (FAF), após uma investigação, resultante da denúncia de um antigo dirigente do Sport Luanda e Benfica, cujo nome não foi revelado, conseguiu provas de documentos saídos da contabilidade do Benfica de Luanda, como uma transferência bancária para uma das contas da referida árbitra. “A árbitra internacional Marximina Bernardo está suspensa por três anos, a partir desta época, por se provar isso, de acordo com os documentos em posse do Conselho de Disciplina da FAF, ter recebido dinheiro proveniente do Benfica de Luanda, em 2014, para facilitar esta equipa no jogo que disputou em Novembro desse ano, no Estádio do Tafe, com o Sporting de Cabinda, para a 29ª jornada do Girabola. O dinheiro resulta de uma transferência bancária efectuada por alguém com ligações ao clube Benfica”, disse a fonte. A fonte disse, igualmente, que o indivíduo que alegadamente fez a transferência do dinheir

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DENÚNCIA PÚBLICA O Governador de Malanje Kwata Kanawa está a ser investigado pelo Tribunal de Contas devido ao valor das obras, como a centralidade, reabilitacao do Hospital Regional, Lar da Terceira Idade que misteriorsamente desapareceram. O mesmo está a ser obrigado a repor os valores. Por sua vez, o governador apertou o cinto nas estradas e aumentou os preços das taxas para quem lhe for recebida a moto. Com ou sem documentos te recebem a moto. O dinheiro da multa (que chega a 40 ou mais) vai para uma conta particular que, supostamente, abriu.

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O ex-governador do Banco Nacional de Angola, Valter Filipe, foi constituído arguido há dois dias, pela Procuradoria-Geral da República, pelo seu envolvimento na burla dos 500 milhões de dólares, noticia o portal “Maka Angola”. De acordo com fontes institucionais que avançaram a informação ao Maka Angola, na semana passada, o ex-presidente do Fundo Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos, também foi constituído arguido no mesmo caso. Trata-se da transferência, em Setembro passado, de 500 milhões de dólares do Banco Nacional de Angola para uma conta no Crédit Suisse de Londres, como garantia para um suposto financiamento de 30 biliões de dólares. Conforme já foi investigado pelo Maka Angola, na verdade, a operação acabaria por se revelar uma burla contra o Estado angolano, protagonizada por José Filomeno dos Santos. Para levar a cabo, este recorreu a uma sua empresa-fantasma, a Mais Financial Services. As autoridades financeiras londrinas suspeitaram, e bloquearam os fundos em Londres. A referida transferência levou à demissão, a 27 de Outubro passado, do então governador do Banco Nacional, Valter Filipe. No entanto, toda a operação, conforme descrita pela investigação do Maka Angola, foi autorizada pelo então presidente José Eduardo dos Santos, para favorecimento ilícito do seu filho Zenú e os cúmplices deste, nomeadamente Jorge Gaudens Pontes Sebastião. Em última instância, foi o então chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, quem ordenou a Valter Filipe que procedesse à transferência dos 500 milhões de dólares.

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Altos dirigentes angolanos, entre governantes e partidários são citados como guardiões dos cidadãos expatriados, da República da Tailândia, detidos pelo SIC no Sábado, 3, numa das unidades hoteleiras de Luanda, sob suspeita de burla e falsificação de documentos. Segundo Jornal “Correio da Kianda”, informam que os cidadãos expatriados, de nacionalidade tailandesa e um subchefe do Gabinete de intercâmbio da Polícia Nacional, já detidos pela Polícia Nacional, tiveram o apoio total de individualidades influentes na manobra administrativa do País, mormente o General do Exercito e chefe estado-maior, Sachipengo Nunda, Norberto Garcia, recentemente promovido a secretário para informação do “Bureau” Político do MPLA, Dino Matross, actual secretário das relações exteriores do Partido liderado por José Eduardo dos Santos,General das FAA reformado, José Arsénio Manuel, antigo logístico das FAA e sócio do projecto habitacional “Jardim de Rosas”, sito na zona da Camama, em Luanda e Belarmino Van-Dúnem Director do APIEX. A ESTRATÉGIA DA BURLA MILIONÁRIA: Consta que tudo terá começado no dia três de Dezembro de 2017 quando um grupo de supostos empresários tailandeses abordou, por intermédio de Norberto Garcia e Belarmino Van-Dúnem, outras figuras influentes do Estado angolano no sentido de um investimento avaliado em cerca de 50 mil milhões de dólares. Para isso, os empresários terão, de imediato, preparado um cheque de um banco tailandês demonstrando a existência deste valor e anexado ao mesmo várias fotografias com altas figuras angolanas e divulgar para atrair incautos investidores e deles obter valores para eventuais parcerias tendo com isto burlado um cidadão canadiano, um eritreu e um chinês e alguns empresários em Luanda, Benguela e Cuanza Sul. No entanto, a par dos cheques e das fotografias ilustrativa dos encontros, o grupo falsificou a assinatura do Vice Presidente da República, Bornito de Sousa, numa carta convite para os mesmos. A rede de indivíduos, segundo fonte

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O presidente da Associação cívica “Mãos Livres”, Salvador Freire disse que a sua agremiação deu entrada nesta quinta-feira, 01 de Março, na Procuradoria-Geral da República, uma queixa-crime contra à antiga gestora da petrolífera angolana Sonangol, Isabel dos Santos, por supostamente ter transferido para as suas contas um valor estimado em 38 milhões de dólares. Segundo o advogado das “Mãos-Livres”, caso venha se confirmar a veracidade da denúncia feita pelo o actual Presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Carlos Saturino, em conferência de imprensa desta quarta-feira, 28 de Fevereiro, a PGR deve agir e responsabilizar criminalmente à filha de José Eduardo dos Santos, antigo Presidente da República. O PCA da Sonangol denunciou que a transferência teria sido feita pela administração cessante, após a sua exoneração. Na sua comunicação, Carlos Saturnino enumerou outras constatações sobre o grupo Sonangol, que encontrou após a exoneração da anterior administração, liderada por Isabel dos Santos, filha do ex-Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos. “Tomámos posse no dia 16 de Novembro de 2017 e nesse dia, à noite, apercebemos que o administrador que cuidava das finanças na Sonangol, embora tivesse sido exonerado no dia 15, ordenou uma transferência no valor de 38 milhões de dólares para a Matter Business Solution, com sede no Dubai”, acusou. Segundo Carlos Saturnino, a referida transferência foi realizada através do banco BIC, “que passou a ser um dos bancos preferenciais a nível da Sonangol”. “Acho que isso dispensa comentários. Não foi o único caso. No dia 17 de Novembro, houve o pagamento de mais quatro facturas também. Ou seja, como é que pessoas que tinham sido exoneradas pelo Governo ainda faziam transferências. Não pode ser um ato de boa fé de certeza absoluta”, observou Carlos Saturnino.

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DENÚNCIA Aqui na repartição de identificação civil e criminal o atendimento rápido é só por meio de gasosa, segundo as reclamações das pessoas que estao aqui desde às 6, ( na ilha). Atendem os conhecidos e quem der gasosa, só para o registo criminal.

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No Bengo estão a pedir as empresas- armazéns (ver imagem)... por causa de uma visita a 27 de Fevereiro da Sra governadora ao municipio dos Dembos.

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Manifestacao em Angola

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Manifestacao em Angola

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Um grupo de estudantes e activistas cívicos convocou para sexta-feira, 26/01, uma “marcha de repúdio” contra ao que considera à prática da cobrança da “gasosa” no acto de matrículas nas escolas do ensino público. A “marcha de repúdio” ao fenómeno “gasosa” (acto de corrupção) nas escolas públicas do país, acontece por volta das 12 horas, de sexta-feira, 26, defronte às instalações da Direcção Provincial da Educação de Luanda, com a partida frente ao cemitério de Santa Ana sob lema: “Basta à gasosa escolar a partir de 2018” local onde deve ser lida a “nota de protesto”. Em declarações a Rádio Angola, o grupo de estudantes promotora do protesto, advogou que o propósito da marcha é chamar atenção das autoridades competentes, pais e encarregados de educação no sentido de se pôr fim à cobrança da “gasosa” nas instituições escolares do Estado. O estudante Donito Cardoso um dos organizadores da marcha, afirmou que a cobrança da “gasosa” é uma prática de corrupção, por isso para ele constitui crime de acordo com a legislação angolana. O também activista cívico diz que para a realização da “marcha pacifica” em obediência ao artigo 47º da Constituição da República de Angola (CRA), foram cumpridos todos os procedimentos legais exigidos pó lei dando a conhecer às autoridades Governo Provincial de Luanda (GPL), por isso, o grupo espera que os “marchantes” tenham a protecção da polícia nacional durante o acto. “É preciso chamar atenção da sociedade para o facto de, numa nova era, uma nova república e um novo presidente o país manter-se com as mesmas práticas de corrupção”, disse o jovem insatisfeito. Hélder Ribeiro Isaac, um dos subscritores da carta entregue ao GPL avança que a marcha vai partir do “Cemitério da Santa” até ao “Largo das Escolas” defronte à Direcção Provincial de Educação de Luanda, e ao mesmo tempo lamenta a prevalência do fenómeno da “gasosa” nas escolas públicas. Filipe Pascoal Sakuande, outro subscritor da pretensa marcha sublinhou que os participant

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Banqueiros em Angola: Na sua maioria ou todos são membros do Bureau Político do MPLA

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Pelo menos nove cidadãos, entre os quais cinco antigos altos funcionários da Administração-Geral Tributária, estão acusados pelo Ministério Público Angolano de desviar receitas de impostos cobrados a empresas. Os dados avançados pela Agência Lusa indicam que, entre os acusados consta altos funcionários da Administração-Geral Tributária, pelo alegado desvio de 1.580 milhões de kwanzas, em receitas de impostos que teriam sido cobrados a empresas. De acordo com a acusação do Ministério Público, a que o Zuela teve acesso ao inicio da tarde desta terça-feira, 26/12, entre os acusados neste processo, e em prisão preventiva desde Outubro, está Nickolas Neto, que à data dos factos era um dos administradores da AGT, com os pelouros da Direção de Tributação Especial, Direção Técnica e o Gabinete de Comunicação Institucional. Os cinco ex-funcionários da AGT estão acusados, em coautoria, de crimes de corrupção passiva, fraude fiscal qualificada, associação de malfeitores e branqueamento de capitais, de acordo com a acusação. “De realçar que tramitam na instrução vários processos da mesma natureza contra os arguidos envolvendo outras empresas”, lê-se no mesmo despacho de acusação. De acordo com a Lusa, no documento é citado o caso da TECNIMED – Equipamento e Material Hospitalar, cuja administração terá sido contactada em 2016 pelo arguido Nickolas Neto, alertando para uma dívida fiscal da empresa. Posteriormente, os arguidos colocaram-se à disposição dos administradores da TECNIMED para “regularizar a dívida”, caso a empresa aceitasse a prestação de serviço de consultoria dos mesmos. A 18 de julho, a empresa em causa foi notificada pela 1.ª Repartição Fiscal de Luanda de uma dívida tributária no valor superior a 580 milhões de kwanzas (três milhões de euros), referente ao exercício fiscal de 2014. Após a intervenção dos arguidos da AGT e outros intermediários, esse montante foi reduzido para menos de 10 milhões de kwanzas (51 mil euros), com o documento da redução do valo

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Ao discursar na condição de vice-presidente do partido no poder, no encerramento do seminário realizado em Luanda, sobre o combate à corrupção, João Lourenço disse que “os ricos são bem-vindos desde que as suas fortunas sejam lícitas”. Na luta contra o cancro da corrupção que cada vez mais “roí e corroí” o país acentuando deste modo os níveis de pobreza e miséria à maioria da população angolana, o Presidente da República, afirmou a necessidade de o Estado angolano recuperar o dinheiro retirado do erário público e domiciliado por algumas figuras em diversos bancos no exterior do país. Neste sentido, disse João Lourenço, o governo angolano de que é titular, vai no início do ano (2018) “estabelecer um período de graça durante o qual todos aqueles cidadãos angolanos que repatriarem capitais do estrangeiro para Angola e os investirem na economia, em empresas geradoras de bens, de serviços e de emprego, não serão molestados, não serão interrogados das razões de terem tido o dinheiro lá fora, não serão processados judicialmente”. Findo esse prazo, sustentou o Presidente da República, o “Estado angolano sente-se no direito de o considerar dinheiro de Angola e dos angolanos e como tal agir junto das autoridades dos países de domicílio, para tê-lo de volta em sua posse”. “O Executivo encoraja as entidades competentes na luta contra a corrupção e branqueamento de capitais, como a Unidade de Informação Financeira, os Serviços de Investigação Criminal, a Procuradoria Geral da República e os Tribunais competentes, através da melhor formação e capacitação de seus quadros, bem como de melhor oferta de condições de trabalho e meios técnicos para o cumprimento do dever que cada um a seu nível tem perante a Nação”, disse João Lourenço. Assegurou que uma “forma de o fazer é obter uma resposta clara, fundamentada e oportuna por parte da Administração Pública e erradicar do seio das nossas fileiras e das nossas instituições aqueles que comprovadamente praticam crimes que lesam o int

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Estão sendo dadas como fidedignas as informações que circulam nas redes sociais de uma alegada operação feita pelos agentes dos Serviços de Investigação Criminal (SIC) numa “quinta”, em Luanda, do General Hélder Manuel Vieira Dias “Kopelipa”, ex-Chefe da Casa de Segurança do antigo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, que terá culminado com a apreensão de 1 bilião de dólares e 135 biliões de kwanzas, bem como pedras valiosas de diamantes. Segundo os dados avançados, as avultadas somas em dinheiro (dólar e kwanza) eram retirados do Banco Nacional de Angola (BNA), colocando-se à parte as pedras de diamantes, que segundo fontes as mesmas terão saído da sua mina ou da sodiam. “É única coisa que Kopelipa quer de volta alegando que isso não é do estado mais sim pessoal”, refere a fonte do “ZUELA”. Os factos reportados indicam que, a operação terá tido uma orientação do Presidente da República, João Lourenço no âmbito do combate à corrupção, uma das apostas do seu mandato resultante das eleições gerais de 23 de Agosto de 2017, em que venceu com a maioria qualificada. “Quando Kopelipa se apercebe através dos seus seguranças no local, que os homens dos Serviços de Investigação Criminal (SIC) estavam na “quinta” com um mandado de busca apreensão e vistoria, Kopelipa ordenou aos seus seguranças para não deixar ninguém entrar”, sustenta a fonte. A fonte sublinha que o General “Kopelipa” teria ido de seguida ao Palácio Presidencial da Cidade Alta com o propósito de persuadir o Presidente João Lourenço que ordenasse a saída do local dos efectivos do SIC e não consumarem o acto de apreensão e buscas na sua “quinta”. “Só que bateu com a porta na cara, ( não foi recebido), pensou que fosse como naquela era de JES, onde conseguia manipular tudo e todos”, ironizou a fonte. Hélder Manuel Vieira Dias “Kopelipa”, na descrição que faz ao assunto, diz-se que “saiu do Palácio Presidencial chateado molhado e humilhado, os seus seguranças da quinta ligavam de forma insistente

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Segundo denuncias, consta que o ex-secretário do Governo da Província do Huambo e actual Administrador Municipal do Longondjo, Sérgio Raúl está envolvido num esquema de desvios de fundos do Estado para o proveito pessoal. A página da “Jonews” descreve que, o actual Administrador do Lungondjo não é o único envolvido no esquema “vergonhoso”. De acordo com a fonte que o “ZUELA” vem citando, o ex-directo do GEP agora nomeado ao cargo de Administrador do município sede da província (Huambo), Victor Tchissinghui, bem como Constantino de Jesus César que “actualmente gere os milhões atacados no cofres do Estado. O esquema, segundo a descrição dos factos, consistiu no seguinte: - “para adjudicar a obra a Soares da Costa (como as imagens ilustram), Sérgio Raul reuniu-se com Victor Tchissingui e o responsável da Construtora no Huambo, aonde acordaram que, efectivamente a obra para a construção do centro cultural do Huambo fica para a Soares da Costa. Em contrapartida, a empresa construtora devia também construir o Instituto Nacional de Estatística no Huambo, mas, a custo zero; porém, deve a Soares da Costa remeter a Secretaria do Governo Provincial o orçamento da empreitada do Institutos Nacional de Estatística e do Centro Cultural. É aí aonde entra Constantino de Jesus César, então chefe das ordens de saque, que teve de alocar para a conta da empreiteira os pagamentos referentes a construção das duas empreitadas”. Como o esquema já estava montado, prossegue a fonte que estamos a citar, o dinheiro pago à construtora, foi estornado para a Benguela Construções que através da AFAC ( empresa de Constantino de Jesus César) remeteu os milhões para os que na altura executaram o orçamento da província do Huambo, já que o então governador Faustino Muteka encontrava-se doente, uma vez na China, outra no Brasil, onde os três mosquiteiros, Sérgio Raul, Victor Tchissingui e Constantino de Jesus César, se deslocaram vezes sem conta, em classe executiva da Emirates, ao encontro do govern

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Acaba de chegar a redação do Zuela a seguinte informacao Fonte: Joana Clementina added 2 new photos. HUAMBO Este condomínio pertence ao Sérgio Raul, ex secretário do Governo e actual administrador do Tchinjenje. Este condômino foi construído com o dinheiro dos cofres do estado, alocados para o orçamento do governo provincial do Huambo, em 2012 - 2015, quando Victor Tchissingui era o tal no GEP, Constantino de Jesus César dava o ENTER para as ordens de saque, Sérgio Raúl, nas vestes de Secretário Geral do Governo, comandava todo esquema que lhe fez milionários ele e a sua equipa. Todo este saque aos cofres do estado que condicionou a conclusão de obras estruturantes na província do Huambo, foi feito sobre o olhar conivente dos órgãos de Estado encarregues de travar a criminalidade organizada. Estás pessoas que pilharam o dinheiro de todos nós, fragilizaram o sistema de saúde, educação, energia, águas e estradas, são as que João Baptista Kussumua chama de mais capazes, aliou ao seu cunhado Marlinho (actual director do Gep), afilhada Maricel Capama (vice governadora), sobrinho Yala Gomes (director do Governo), sobrinho Vaudilho (director do Comércio), para continuar a pilhar o pouco que o Huambo recebe, programado para promover o bem-estar da população do Huambo. Jonews continua a investigar outros factos.

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Por Joana Clementina: NAMIBE Essa obra foi paga 100% e o ex governador provincial Rui Falcão desviou parte da verba para a fazenda ou rancho como ele próprio assim chama , que situa-se quem vai pra comuna da lucira com mais de 1000 hectares e la tem muitos meios do estado como viaturas, poste de iluminação pública que eram para a estrada que liga o aeroporto a cidade, inclusive tem bombas de combustíveis la dentro, tem luxo sem precedentes que ninguém imagina.

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Corruption in Angola

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Corrupcao em Angola

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Fundo suberno e a corrupcao em Angola

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Zuela ( um projecto da Friends of Angola) esta a fazer sondagens para ouvir a opinião dos angolanos sobre a liderança da petrolífera estatal, Sonangol. Vota Aqui: https://poll.fbapp.io/dkxfjh

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Corrupcao em Angola

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Manifestacao em Angola

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"O novo Presidente de Angola, empossado nesta terça-feira, 26, em Luanda, garantiu que irá cumprir a promessa feita na campanha de lutar contra a corrupção que, segundo ele, “grassa as instituições do Estado”. Por VOA Mais: https://www.voaportugues.com/a/joao-lourenco-posse-corrupcao-jovens/4044688.html?ltflags=mailer

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BBC News reports that Samsung heir Lee Jae-yong has been sentenced to a 5 year jail term by a court in South Korea. Lee was convicted in a bribery scandal that also saw the impeachment of former South Korea president. Source:http://www.bbc.com/news/business-41033568

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By Gabriele Steinhauser in Luanda, Angola, and Patricia Kowsmann in Lisbon João Lourenço, the front-running presidential candidate of the People’s Movement for the Liberation of Angola, attends a campaign rally in Lobito, Angola, on Aug. 17.Photo: MANUEL DE ALMEIDA/European Pressphoto Agency Angolans go to the polls this week to pick their first new president in decades, but money-laundering and bribery cases are raising questions about the ability of Africa’s No. 2 oil producer to tackle corruption and right its economy. More: https://www.friendsofangola.org/archives/10071

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By The New York Times Angola is often listed as one of the world’s most corrupt nations. And Portugal has been singled out for its laxness in reining in money laundering and bribery, particularly in its dealings with Angolans, according to the Organization for Economic Cooperation and Development, the research and policy organization of the world’s richest countries. “In Angola, they call Portugal the laundromat,” said Ana Gomes, a Portuguese lawmaker in the European Parliament and a member of Portugal’s governing Socialist Party. “It’s because it is.” More at: https://www.nytimes.com/2017/08/22/world/europe/angola-portugal-money-laundering.html

The Vanguard Newspaper in Nigeria reports that heavily armed gunmen attacked the headquarters of the Economic and Financial Crimes Commission (EFCC) in the Nigeria federal capital of Abuja. The hoodlums could not make their way into the complex as they were repelled by security men on duty. Source:http://www.vanguardngr.com/2017/08/breaking-gunmen-attack-efcc-headquarters/

Candidato do MPLA João Lourenço entrega bens as autoridades tradicionais