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O livro intitulado "Conheça e Exija os Teus Direitos" (Know and Demand Your Rights) ja esta disponível... Sera apresentada ao publico na proxima semana, dia 24, as 11 horas na sala das irmãs do S, Jose de Cluny -no Kinaxixi. O livro será ofertado aos presentes. Fonte: Friends of Angola - FoA https://www.friendsofangola.org

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Em breve, a brochura intitulada "Conheça e Exija os Teus Direitos" (Know and Demand Your Rights) será apresentado ao público em Angola.

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Debate entre jovens na Comunidade do Golf II com Mbanza Hanza

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Apresentação do aplicativo Zuela

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Debate entre jovens

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Por Nelson Francisco Sul Jornalismo Angolano: Rita Filomena Mununga, jornalista da Rádio Nacional, é o rosto de uma manifestação prevista para este sábado, 3, na cidade do Dundo, capital da província diamantífera da Lunda-Norte, em protesto contra a subida dos preços da transportadora aérea nacional, a TAAG, na rota Lunda-Norte-Luanda e vice-versa. A coragem desta senhora, devia servir de exemplo para os 'jornalistas gays' [os mentes formatadas -que só pensam com a barriga], que antes da profissão está a cidadania. Ou seja, antes de entregarem as vossas ‘nádegas ao n’guverno’ [fazendo maquiagem ao ministro, governador, administrador e etc], o fundamental é não tomar o inaceitável como natural.

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A Human Rights Watch (HRW) revela que a situação dos direitos humanos em Angola preocupa, com violações a vários níveis, enquanto a liberdade de imprensa está ameaçada com a lei aprovado no ano passado. Os dados constam no seu “Relatório Mundial 2018: Luta pelos Direitos Tem Sucesso”, divulgado nesta quinta-feira, 18, em Paris, França. A organização de defesa dos direitos humanos destaca, no entanto, uma luz de esperança com as promessas do Presidente João Lourenço de combater a corrupção e a má gestão dos dinheiros públicos. No documento, a Human Rights Watch considera que a tomada de posse de João Lourenço como Presidente da República pôs fim a quase quatro décadas de um “regime repressivo” de José Eduardo dos Santos, mas lembra que apesar de as eleições terem sido considerados pacíficas, ficou marcada por “severas restrições” às liberdades de expressão e de associação e pelo acesso limitado à informação devido à acção “repressiva e sensória” do Governo. A organização aponta a nova lei de imprensa angolana como sendo uma ameaça à liberdade de imprensa. Angola, de acordo com o relatório,continua a ser palco de abusos e uso excessivo da força por parte das diferentes unidades de segurança, intimidações e detenções arbitrárias de participantes em manifestações pacíficas. A HRW aguarda, no entanto, a confirmação das promessas de João Lourenço, nomeadamente na luta contra a corrupção e impunidade e na criação de uma sociedade aberta e livre. Em declarações prestadas à VOA, Zenaida Machado investigadora da Human Rights Watch para Angola e Moçambique disse haver sinais positivos desde a subida à presidência de João Lourenço mas fez notar que o novo presidente só começou a governar em Setembro e que o relatório abrande todo o ano de 2017.

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Trata-se de Mateus de Oliveira, 31 anos, que segundo o portal “Makangola”, o mesmo contou de forma lenta a forma cruel como terá sido torturado. A vítima mostra as suas costas vergastadas com 24 catanadas, às mãos de um responsável do Serviço de Investigação Criminal (SIC), destacado na 49.ª Esquadra, no Bairro do Nandó, município de Belas, em Luanda. O jovem conta que passou o Natal detido, e sofrendo com duas grandes feridas causadas pelo espancamento com a parte lateral da catana. A história da sua detenção é atribulada, mas a realidade do uso diário da catana, enquanto instrumento institucional de tortura pelo SIC, é de uma barbaridade indescritível. Tudo começou a 17 de Dezembro, quando Mateus de Oliveira, actualmente a trabalhar por conta própria como técnico de frio, recebeu um telefonema de um suposto cliente interessado em comprar um aparelho de ar condicionado. Afirma que, de vez em quando, faz a intermediação de compra de aparelhos, cabendo-lhe, no acordo, o valor correspondente à montagem. Para o efeito, adianta, publicita os seus contactos nas redes sociais, como fornecedor de serviços de montagem e manutenção de aparelhos de ar condicionados, recorrendo a um cybercafé como “escritório” para os seus contactos. “Expliquei ao indivíduo que domingo não era dia de trabalho e que poderíamos falar na segunda-feira. No dia seguinte, retornou a chamada de manhã cedo. Respondi ao suposto cliente que estava ocupado. Mas ele era persistente”, conta. Para facilitar, deu o contacto do seu amigo Hélder Costa, para que acompanhasse o suposto cliente à loja de um maliano, ao lado do seu local de serviço. Depois da hora do almoço, Mateus de Oliveira dirigiu-se ao “escritório”, o cybercafé onde Hélder Costa trabalha. “O Hélder entrou em contacto com ele. Apareceu e, dois minutos depois, entraram seis ou sete elementos do SIC armados”, prossegue Mateus de Oliveira. “Pegaram-nos e levaram-nos para a esquadra como burlões.””Para além dos dois amigos, os agentes do SIC

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Um protesto dos fiéis da Missão de Santo António dos Gambos, na Huíla, foi decretada pela comunidade cristã contra o “Projecto de Transumância do Governo Provincial da Huila”, que segundo os habitantes daquela comunidade, vai retirar, sem o seu consentimento, a água da Missão, tendendo beneficiar os fazendeiros da região, e de cuja exploração intensiva, poderá, na falta de estudos de viabilidade, esgotar o lençol freático da Fonte de Santo António, a única de que depende a existência das populações, enquanto Comunidade da Missão. Num comunicado da “Missão” a que o Zuela teve, os fiéis católicos relatam que a acção de protesto teve inicio a 2 de Janeiro de 2018, às 04H00 da manhã, depois de esgotadas todas as vias de diálogo com o Governo Provincial, e tendo em conta os futuros projectos de resiliência contra as mudanças climáticas, decidiu unanimemente, e com respaldo constitucional, desencadear uma acção de reivindicação pacífica que visa bloquear a entrada, para a Fonte de Santo António, dos camiões das Fazendas da Tunda dos Gambos. Os habitantes da região dos Gambos na Huíla, diz que a sua reivindicação visa igualmente enviar uma mensagem de encorajamento aos responsáveis governamentais para que sejam encontradas soluções de um plano de “ÁGUA PARA TODOS”, que seja canalizada a partir de fontes alternativas, como por exemplo, a do Rio Caculuvar, do Mbwenthiti e do Nkhulwa e que tal acção beneficie as populações, desde o Lupembe até à fronteira com o Município da Kahama, sublinham os contestatários, para quem “estaremos abertos a ajudar para que solução técnica, abrangente e inclusiva seja encontrada”. No documento, a Comunidade de Santo António nos Gambos, lembra que de forma humilde, paciente e respeitosa, os responsáveis da referida comunidade sempre bateram às portas das instituições governamentais, para que fosse encontrada uma solução que satisfizesse o interesse de todas as partes, tendo sido ignorados todos os seus esforços e apelos. Como se não bastas

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KWANZA-NORTE: JORNALISTAS DEBATEM INCLUSÃO DAS MULHERES NO TRATAMENTO DE NOTICIAS D A Organização Não-Governamental (ONG) Médicos Dell Mundo, situada na capital de Ndalatando, Kwanza Norte, reuniu profissionais da comunicação social que exercem a actividade na referida província e em Luanda para debater a inclusão das mulheres nas notícias, bem como o tratamento igual entre os géneros. Texto de Simão Hossi A iniciativa juntou profissionais da Angop, TPA, RNA, representada pela sua delegação local, a Rádio Angola, o Fórum de Mulheres Jornalistas para Igualdade de Género (FMJIG) e Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA). O número de mulheres nas redacções e suas oportunidades foi abordado pelos presentes, tendo como objectivo destacar a perspectiva de género no tratamento das informações e divulgação sobre a participação democrática nos espaços públicos e de governabilidade, com um atendimento especializado. A discriminação e preconceitos que as mulheres têm sofrido, isto na sociedade em geral, na família e em redacções, em particular, foram abordados com veemência. Além dos profissionais da comunicação social, a organização fundada em Espanha reuniu com 13 organizações da sociedade civil das províncias de Benguela, Luanda, Bié, Huíla e a província anfitriã, Kwanza-Norte, num encontro que serviu para troca de experiências e de boas práticas de liderança, atendimento a violência de género, juventude e governabilidade, reforçando assim o espaço de diálogo e reflexão sobre as experiências temáticas em diferentes províncias.

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O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), na voz do seu secretário-geral Teixeira Cândido, apelou ao boicote da imprensa angolana às sessões da Assembleia Nacional devido aos maus tratos a que os profissionais têm sido vítimas. A medida consta dum documento enviado aos órgãos de comunicação social no dia 19 do mês em curso. Texto de Simão Hossi O apelo surgiu no dia seguinte à última sessão plenária ordinária, realizada na segunda-feira, 18. Para além do confinamento numa sala onde são colocados os jornalistas no interior do parlamento para, pela televisão, acompanharem o desenrolar dos debates e votações no hemiciclo, elementos identificados como membros do gabinete de comunicação e imagem do parlamento exigiram, na referida sessão, que o repórter de imagem da TV Zimbo interrompesse a gravação que fazia, numa altura em que o profissional colhia as imagens do plenário por meio de uma tela com uma coluna de som ao lado. Os elementos “estranhos” fizeram fotos aos jornalistas presentes na sala, local onde são confinados os jornalistas, situação que afectou também os profissionais dos órgãos de imprensa estatais, tais como RNA, Jornal de Angola, Angop e TPA. Minutos depois, um oficial da Polícia Nacional apareceu na sala reservada a imprensa. O oficial, que nesta altura acompanhava o desabafo dos jornalistas da ANGOP, Lusa, Despertar, Jornal de Angola e Ecclésia, descontentes com a atitude dos funcionários do gabinete de comunicação e imagem, num tom ameaçador insurgiu-se contra os jornalistas, tendo expulsado os mesmos das instalações. Esta e outras situações têm colocado os jornalistas numa condição deplorável para fazer o seu trabalho de informar e formar com verdade o público eleitor, sendo que para o sindicato estas práticas e a atitude do parlamento é demonstração do recuo no que diz respeito ao exercício da profissão de jornalistas em Angola. Desta forma, o documento do SJA é directo: “apela à solidariedade dos responsáveis dos órgãos de

Circula nas redes sociais um vídeo em que um cidadão não identificado a ser "maltratado" alegadamente por agentes do Serviço de Investigação Criminal (SIC), algures, por supostamente ter cometido algum crime.. Outros dados sobre o assunto o "Zuela" poderá abordar nas próximas edições.

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A Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos (ADCDH) vem denunciar a detenção de 28 activistas dos Direitos Humanos, no Cine Popular e noutros pontos da cidade, pelos agentes da Polícia Nacional, enquanto caminhavam para lugar da concentração da marcha (Chiloango), pelas 11 horas do dia 16/12/17. Eis os nomes dos detidos: Alexandre kwanga Nsito; Clemente Cuilo; Celestino Manhito; Julho Pau; Félix Ngonda Baveca; Hilário Muanda; Faustino Batama; André Conceição; Celestino Sumbo; Alexandre Fernandes; José Luemba; Benjamim Gime; Feliciano Conde; Ruben Mabiala; Joaquim Gime; Zacarias Dunda; Alfredo Ledi; Antonio Tuma; Geraldo Nduli; Francisco Mingas; Afonso Baza; Alberto Puna; Filipe Macaia; Paulo Ngoma; Sebastião Macaia; Rafael Mabiala; Marcos Mabiala e Filipe Mataia. Desses, alguns foram torturados: Alexandre Kwanga Nsito, Clemente Cuilo e os outros.

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A Polícia Nacional está a ser acusada de ter detido e torturado no último fim-de-semana, um activista cívico identificado por Enoque Jeremias, responsável da Associação de Promoção e Desenvolvimento Social (APDS), por suspeitas de tentar fotografar o governador da Lunda-Norte, Ernesto Muangala, sem previa autorização. O incidente, segundo dados apurados pelo “Zuela”, teve lugar no município do Cuango quando Enoque Jeremias fazia-se de guia de uma equipa de reportagem da Televisão privada TV-Zimbo que cobria a visita da ministra da Saúde, Silvia Lutukuta, que se deslocara à vila de Cafunfo, que se debate com o surto de malária. Segundo consta, tudo começou quando o cidadão em causa recebeu uma ligação de alguns companheiros jornalistas que vinham a acompanhar a Ministra e que precisavam lhe contactar diretamente, pedindo que se encontrassem junto do hospital regional do Cafunfo. Ernesto foi com um amigo Cândido Cori e ao direcionarem-se para o local combinado depararam-se com responsáveis políticos da província como no caso dos senhores Fernando Muatxiteno, o Director municipal da educação, e Kazanga Manuel, o secretario local da JMPLA. Para a sua tristeza, neste momento Enoque Jeremias terá recebido uma mensagem no seu telemóvel, e ao tentar abrir, um dos agentes da secção do Serviço de Investigação Criminal (SIC), conhecido por “Ninja”, e Pedrito “Socicla” acusaram o activista de tentar fotografar a Ministra e o Governador. Por conta disto, Enoque Jeremias foi obrigado a entregar o telefone ao “Ninja” para que este certificasse se havia fotografado os dois governantes naquele instante. Não foram encontradas fotografias. Desta feita, três agentes da Policia Nacional detiveram o Enoque Jeremias e logo começaram a lhe torturar. Um agente da Policia de Intervenção Rapida (PIR) atingiu-lhe com um soco no olho do lado direito tendo este começado a sangrar, e posteriormente foi levada na 2a Esquadra de Cafunfo onde permaneceram todo dia. Ainda no acto da detenção,

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O Observatório para Coesão Social e Justiça (OCSJ) é a mais nova organização que visa debater-se contra a violação dos direitos fundamentais dos cidadãos em Angola, cuja apresentação do seu corpo directivo foi feita neste domingo, 10 de Dezembro, em Luanda. Falando no acto de apresentação, o advogado Zola Ferreira Bambi, presidente da organização, disse que entre os objectivos, o “Observatório para Coesão Social e Justiça” estará empenhado na defesa dos direitos humanos e fundamentais, a promoção da integração, o dialogo social, coabitação e solidariedade social. Consta ainda, segundo Zola Ferreira Bambi, a luta contra as desigualdades e o fomento da cultura jurídica e cidadã, bem como o encaminhamento do seu manifesto no acompanhamento fiscalização das políticas públicas e da responsabilidade social corporativa. Aos presentes, o presidente do “Observatório para Coesão Social e Justiça” fez saber igualmente que a nova agremiação dos direitos humanos que emerge da sociedade civil “está capacitada a proporcionar, consultas jurídicas programadas, mediação, resolução de conflitos extrajudicial, patrocínio jurídico, intervenção social, apoio e assistência jurídica aos estrangeiros e à diáspora angolana. Zola Bambi esclareceu que “Observatório para Coesão Social e Justiça” não constitui um movimento político, “tão pouco apresenta algum vínculo, pacto ou compromisso vertical ou horizontal, para servir de instrumento de apoio aos partidos políticos, organizações ou instituições diversas”. “O seu rolo fundamental limita-se a um posicionamento neutro, imparcial com vista a contribuir na defesa dos direitos fundamentais e humanos, proporcionar, de forma pertinente e responsável, informação e esclarecimento de certas políticas públicas às populações”, disse. O “Observatório para Coesão Social e Justiça (OCSJ)” foi fundado em Julho de 2017 e os seus promotores sublinham que o mesmo funciona desde assinatura pública, tendo já realizado diversas actividades que vão de en

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Observatorio para Coesão Social e Justiça

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Stop Slave Trade in Libya - Washington DC Protest Rally - Tue Dec 12 9am - Embassy of Libya

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O Grupo Parlamentar da UNITA entende que a Procuradoria-Geral da República (PGR) deve agir e responsabilizar as autoridades da província da Lunda-Norte, em consequência das mortes sucessivas, essencialmente de crianças, por alegada negligência do governo local e desvio de medicamentos e materiais gastáveis dos hospitais públicos para postos médicos privados por parte de funcionários da saúde.98 Num relatório de tornado público aos órgãos de comunicação social nesta terça-feira, 05/12, saído de uma visita de constatação de alguns deputados à Assembleia Nacional pela bancada parlamentar da UNITA, nas regiões do Cuango e Cafunfo, província da Lunda-Norte, no período entre 26 e 29 de Novembro de 2017, os parlamentares do “Galo Negro” constataram que a “situação actual vivida no município do Cuango é o resultado de uma governação irresponsável, uma governação sem norte e sem projectos sociais coerentes e, até, o sinal evidente de que as Autarquias em Angola devem ser implementadas com alguma urgência”. Segundo os deputados da UNITA que contrariam os argumentos das autoridades governamentais da Lunda-Norte, que minimizam o número de mortes podia, “há efectivamente uma doença com sintomas de malária a matar 5 a 12 crianças por dia . A doença se torna estranha na medida em que ela actua de maneira muito rápida levando a morte as suas vítimas”. Os deputados constataram que de 1 de Setembro a 29 de Novembro de 2017, terão perecido mil e 80 crianças, dos zero à 17 anos, numa média diária de 12 crianças, devido a falata de saneamento básico e água potável para o consumo das populações. “as populações consomem água imprópria, falta de saneamento básico já que não existe até uma simples rede de esgotos”, diz o relatório a que o “ZUELA” teve acesso. O documento refere que o encerramento da morgue faz com que os cadárevres sejam levados para casa. “Assim os familiares se reunem em volta do morto expondo-se a riscos de contágio” Para todos os problemas que a população enfrenta,

Tudo começou com a detenção de João Alfredo Dala por agentes da Polícia Nacional e Serviço de Investigação Criminal, acusado de participar de um alegado “rapto” do pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Daniel Cem ex-presidente da região norte, ao que consta, terá alegadamente simulado o seu próprio rapto, no dia 29 de Outubro de 2015. Dos factos reportados pelo “Maka Angola”, referem que durante o “cativeiro”, o mesmo Daniel Cem usou o seu telemóvel e computador para negociar pessoalmente com a igreja o seu resgate, para conversar com amigos e familiares. A igreja não pagou. Para justificar a sua libertação, o pastor alegou que os próprios raptores lhe teriam concedido um empréstimo de dez milhões de kwanzas, conforme explicado anteriormente, na primeira parte desta investigação. Como a história não fazia sentido, era preciso encontrar alguém que confessasse o suposto crime. Os dados avançados, ressaltam que João Alfredo Dala, foi pessoalmente torturado – até o deixarem mutilado – por alguns dos principais chefes do SIC, durante 15 horas seguidas, para o obrigarem a repetir, em vídeo, uma confissão que lhe tinham preparado. O pastor Daniel Cem e familiares seus também torturaram o "escolhido" na 48ª Esquadra Policial, em Viana. Segundo contou João Alfredo Dala ao portal que o “Zuela” tem vindo a citar, no 4 de Dezembro do mesmo ano de 2015, por volta das 23h00, um grupo de 18 elementos encapuzados invadiu a residência do comerciante João Alfredo Dala, líder da juventude da Igreja Adventista do Sétimo Dia, no bairro Rocha Pinto, tendo morto o seu cão pastor alemão com um tiro na cabeça. “Pensámos que eram bandidos. Escalaram até ao primeiro andar onde vivo e entraram no meu quarto. Pedi-lhes que não fizessem mal à minha família. Disse-lhes que tinha dinheiro e que o entregaria”, afirma João Dala. “Um deles pegou na minha filha de 20 anos, a Linda, e pensei que a fossem violar e comecei a gritar. Implorei para não a violassem”, denuncia. Levou então uma cor

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Sete activistas foram detidos por volta das 11 horas, neste sábado, 02/12, supostamente por orientação do segundo Comandante da Polícia Nacional na província de Cabinda, quando tentavam distribuir e colar na via pública panfletos sobre a realização de uma “manifestação pacífica” no próximo dia 16 de Dezembro, data consagrada ao “Dia Internacional dos Direitos Humanos”. Em declarações prestadas ao “Zuelala”, Alexandre Kuanga, coordenador da Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos (ADCHD) em Cabinda disse que os sete activistas, defensores dos Direitos Humanos no enclave, foram detidos e colocados na prisão sem motivos que justifiquem. Alexandre Kuanda conta que os activistas que pretendiam distribuir e colar panfletos no centro da cidade de Cabinda que anunciam a realização da manifestação já anunciada às autoridades para o sábado, 16/12, foram interpelados por um sargento de uma Esquadra Móvel da Polícia Nacional que “os impediu de colar os cartazes na paragem do Yema”. O coordenador da Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos (ADCHD) na província rica em petróleo fez saber a que a manifestação tem por objectivo exigir o fim da “impunidade, assassinatos, desemprego que assolada a maioria da população, as prisões arbitrárias, perseguições e bem como a degradação social da província de Cabinda”. Para Alexandre Kuanga, os sete activistas estão detidos sem nenhuma acusação formal, e tudo aconteceu quando os mesmos se dirigiram ao Comando Provincial da Polícia de Cabinda, reclamando sobre o “impedimento” a que foram vítimas na colagem dos dísticos por parte de um dos agentes de uma Esquadra Móvel, e postos no local, contra Alexandre Kuanga, “o segundo comandante da polícia orientou detenção dos activistas”. “Os activistas foram ao comando reclamar as razões do impedimento na colagem dos panfletos, mas chegando lá foram colocados na prisão por orientação do segundo comandante, que momentos depois foram levados para a

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Fazer dos Recursos Naturais uma Fonte de Bem estar de todos e para os Angolanos Luanda 29 a 30 de Novembro de 2017

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Nos últimos tempos, tem circulado nas redes sociais, informações que dão conta de sucessivas mortes em Luanda, principalmente de jovens, supostamente executados à queima-roupa cujas mortes são atribuídas aos Serviços de Investigação Criminal (SIC). A pena de morte em Angola, ao que consta, foi abolida em 1991 e a Constituição da República de Angola, aprovada em Fevereiro de 2010, entre os direitos e liberdades individuais e colectivos, consagra no artigo 30.º o “Direito o à vida”, estabelecendo que “o Estado respeita e protege a pessoa e a dignidade humanas”. Os factos reportados nos últimos dias são arrepiantes, porquanto são cadáveres que têm sido encontrados no interior dos bairros de Luanda, cujas testemunhas acusam elementos ligados aos Serviços de Investigação Criminal (SIC) de Angola, o que a ser verdade, viola a Constituição da República que proíbe a pena de morte. A denúncia mais recente é a do activista cívico Manuel Nito Alves, que numa publicação na sua página do “Facebook” na terça-feira, 28 de Outubro, advoga ter visto a morte de um jovem cujo nome e a idade não foram revelados, no quilómetro 9ª, na zona da Robaldina, em Viana. O Director do Serviço de Investigação Criminal de Luanda, Amaro Neto, negou em conferência imprensa a existência de “esquadrão da morte” em Angola. Para o responsável do SIC na capital do país, a sua instituição respeita à vida e que tudo está a ser feito para encontrar os verdadeiros culpados pelas mortes. O activista Nito Alves, na publicação feita, “desafia” à alta patente do SIC. “Eu ninguém me contou, presenciei a morte deste jovem”, lê-se na publicação do Nito Alves, que disse que esteve em companhia de dos outros activistas Arante Kivuvu Lumumba e Salvador Tadeu. “Vimos tudo e para quem tem duvidas, vêm agora aqui na Robaldina, o corpo do jovem ainda está aqui isso, aconteceu há cinco minutos, agora mesmo”, denunciou o activista, acrescentando que “o carro dos homens do SIC é um Land Cruse branco de cinco por

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Fonte: DN Muitos são obrigados a pedir dinheiro às famílias para evitar a escravatura. Segundo a Organização Internacional para as Migrações, o deserto do Sara ultrapassou o Mediterrâneo como principal causa de morte. Mais: https://www.dn.pt/mundo/interior/migrantes-africanos-vendidos-como-escravos-por-400-dolares-8917560.html

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Sou eu mais livre então. Diário de um preço político

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O lançamento + venda + sessão de autógrafos será no Hotel Globo. Fica na esquina oposta à da Bricomat na Mutamba. Perto do GPL. Quem vai com intenção de comprar o livro leva só kumbú como se tivesse a ir adquirir nas escassas livrarias que ainda existem por aí, ou mesmo no Kero. Seguramente voltarão com o livro e provavelmente com troco. Parem de perguntar o preço. Saberão ao chegar. AVISO: só existem 450 cópias do livro. Não há reservas. Finalmente o lançamento do livro em Luanda já tem uma data e um local. Depois das habituais dificuldades de sítios "óbvios" como o Elinga-Teatro darem um redondo NÃO e outros não tão óbvios como o Espaço Rebita dizer que sim e depois recuarem, felizmente o Hotel Globo não colocou nenhum entrave... até agora! Vamos ver se o governo do João Lourenço permite a liberdade de expressão, livre reunião e que o incentivo à leitura não seja só uma música da Noite e Dia... afinal, melhorar o que está bom e corrigir o que está mal, passa também pela percepção de que há lugar para todos nessa imensa e linda Angola. Dia 9 de Novembro, próxima quinta-feira no Hotel Globo na Mutamba em Luanda, a partir das 17:30h. Apresentação de Reginaldo Silva.

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Postura dos Meios de Comunicação nas Eleições 2017

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A falta de médicos especialistas em dermatologia, precisamente em cuidados da pele de pessoas com albinismo, foi apontada como uma das situações que contribuem para a má qualidade de vida dos albinos em Angola, levando alguns à morte por cancro da pele. Texto de Simão Hossi A Associação de Apoio aos Albinos de Angola, abreviadamente «4 As», comemorou, no dia 23 deste mês, o seu quarto aniversário desde a sua constituição legal. Com sede no município do Cazenga, Luanda, entretanto provisoriamente, segundo disseram, conta com representações nas províncias da Huíla, Uíge, Huambo, Moxico, Kwanza Sul, e brevemente inaugura sedes em Benguela e Kwanza Norte. Segundo o seu presidente, Domingos Manuel Vapor, a falta de assistência médica especializada é uma grande preocupação da associação. Para além deste problema, Mariza, jovem membro da organização, denuncia a discriminação no emprego, acto condenável que reduz o tempo de trabalho em determinado posto, isto quando são empregados. A aceitação do albinismo pela sociedade, no geral, e a discriminação no seio da família tem sido vivido principalmente pelas mulheres com albinismo. Segundo Mariza, 95 por cento das mulheres com albinismo são mães solteiras, e isto ocorre porque “não têm tido o mesmo respeito e consideração”. Há também bastante discriminação às crianças com albinismo, chegando algumas a serem abandonadas mesmo, segundo Manuel Vapor, principalmente quando morrem os pais. DIFICULDADES FINANCEIRAS A associação enfrenta graves debilidades financeiras. Ela sobrevive das cotas dos seus membros, porém, poucos são os que têm capacidade para honrar com este ponto estatutário. Os poucos apoios que tem recebido não tem servido para desenvolver adequadamente o seu trabalho. Dentre as suas acções, consta o programa de informação que visa acabar com os mitos sobre pessoas com reduzida melanina, mitos que estão na origem de perseguições que culminam inclusive com assassinatos de indivíduos com albinismo. O presidente da

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Em busca da informação plural, mesmo que se encontre no Mato a que ajustar a atena parabolica, imagens de Malanje

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A realidade e crescimento das crianças do Cacuso em Malanje

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A realidade especifica das aldeias no Kwanza Norte e, realidade que se vive em outras aldeias do País

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Malanje- Angola

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Numeros de telefones dos comandantes municipais da provincia de Luanda - usa para fazer denuncias

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4ª aniversário da Associação de Apoio Aos Albinos de Angola

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Organização, #Mosaiko - Instituto para a Cidadania dos Padres Dominicanos

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Padre Jacinto Wacussanga Fomos detidos por volta das 13 horas e vinte minutos por ordem do director Provincial dos Serviços de Investigação do Cunene, porque segundo ele invadimos um espaço militar, quando nosso intenção foi simplesmente buscar o contraditório de uma informação que dá a conhecer de corrupção no caso que envolve a aprienção de 350 viaturas ao abrigo do decreto presidencial N° 62/14 que proibe a entrada no país com mais de 5 anos de uso uma outra norma que proibe a circulação de viaturas de volante a direita. Fomos tratados como marginais, privados dos nossos meios, empurrados por agente do SPIC como se oferecessemos perigo a intergridade fisica e segurança de aproximadamente 8 elemntos do SPIC sob o comando do seu director, do senhor Pedro João. Detivram numa sala, onde por cerca de uma hora, ficamos sob custódia de um agente do SPIC, para hora depois ser ouvidos pelo proprio director, tendo dito que seremos encaminhados para MP. Não sei como, mas ppr vontade de Deus o nosso colega da TVZimbo, operador de camera e editor de imagem, entregou o seu telefone sem desliga-lo, por essa via a Redação da mesmla televisão ligou insistentemente, tendo originado a nossa libertação

Trist - Quando e k aconteceu isto?

The Reuters News Agency reports that the Speaker of the Ethiopian Parliament has submitted has resignation to the government. Mr Abdula Gemeda did not give reasons for his resignation. Source:http://www.reuters.com/article/us-ethiopia-politics/speaker-of-ethiopian-parliament-submits-resignation-idUSKBN1CD0XU?il=0

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Um levantamento sobre o desenvolvimebto da África Austral e os Direitos Humanos dos povos da regiao

Ministro Joao Melo, sessa ligacao com as Empresas de Cominicacao Social a qual foi Socio antes de tomar posse

The BBC reports that internet services in the Cameroon separatist region has been shut... It further reported that "security forces opened fire on demonstrators who were calling for independence at rallies on Sunday, killing at least eight people". Source:http://www.bbc.com/news/world-africa-41468149

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Fonte: Radio Angola Na sequência dos actos de intolerância política que se têm registado no Monte-Belo, município do Bocoio, em Benguela, noticiado primeiramente pela Rádio Angola, a Plataforma Eleitoral da Sociedade Civil de Benguela, na qual integram as organizações cívicas Omunga, CRB, e a AJS, divulgou um relatório onde, em nove pontos, aponta como conclusão. Mais: https://www.radioangola.org/plataforma-eleitoral-divulga-relatorio-sobre-intolerancia-politica-em-benguela/

Radio

The Independent reports that the Indian Federal Government is trying to deport over 40,000 Rohingya Muslims over their alleged ties to ISIS and the Pakistan Secret Services. Over 400,000 Rohingya Muslims have fled Burma following an upsurge in ethnic violence. Source:http://www.independent.co.uk/news/world/asia/india-rohingya-muslims-deport-burma-40000-supreme-court-terrorists-bang

The africanews reports that protests took place in some African countries against the violence in Myanmar targeting the Rohingya Moslem minority. There were protests on the streets of Johannesburg, Pretoria, Cape Town, Dakar and Accra. Source: http://www.africanews.com/2017/09/18/south-africa-senegal-ghana-march-against-rohingya-violence-in-myanmar/

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On Friday August 25, over 400 Regional Convention for Jehovah’s Witnesses attendees were rendered unconscious when unknown assailants spread a non-lethal gas through the main auditorium and restrooms of the Viana Assembly at Witnesses in Luanda, Angola. Read more: https://www.friendsofangola.org/archives/10309

Denuncia atos de intolerância política no município de Bocoio, província de Benguela.

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Por Adriano Sapiñala Noticia da ultima hora! Secretario Provincial da UNITA na Lunda Sul, Mwata Virgílio Pedro Samussongo, foi atingido com Gás Lacrimogéneo na Sala de reuniões pela Polícia Nacional, PIR na Sala de reuniões quando presidia uma Palestra hoje 15 de Setembro 2017. A acção foi orientada pelo Director de Ordem Pública sr Zeferino mais conhecido por China. É esta a paz deles!!!!!

descrição do teste test...FoA

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Um forte dispositivo policial no centro de Luanda

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A inclusão e o direitos das pessoas com deficiência deve ser um facto no nosso País

Reports from the CNN indicates that European leaders will be meeting their counterparts from African countries of Libya , Chad and Niger in Paris on Monday to discuss ways of stemming economic migration. Source : http://www.cnn.com/2017/08/28/europe/paris-migrant-summit/index.html

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"A Polícia prendeu na quarta-feira, 23 de Agosto, cerca de 40 cidadãos na cidade do Huambo, na sua maioria militantes da UNITA, na sequência de um tiroteio à porta de uma assembleia de voto que estaria a ser controlada por autoridades tradicionais." Por VOA Mais: https://www.voaportugues.com/a/policia-prende-cidadaos-unita-huambo/3999189.html?ltflags=mailer

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ÚLTIMA HORA: (Eleições Gerais 23 de Agosto de 2017) REGISTAM-SE TUMULTOS NO CENTRO DE ESCRUTÍNIO NACIONAL Por: Folha 8 Texto de Pedrowski Teca Há instantes recebemos várias denúncias provenientes do Centro de Escrutínio Nacional, localizado no Centro de Convenções de Talatona (CCT), dando conta que estão a impedir a entrada de certos Delegados de Lista dos partidos políticos da oposição, sobre tudo, os presidentes de Mesas de Voto das mesmas organizações políticas. “Estão a ser impedidos de participar directamente na sala de contagem de boletim”, denunciou um dos Delegados de Lista no local. O Centro de Escrutínio Nacional é a estrutura da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), onde convergem as actas, votos, documentos e informações fornecidos pelas Comissões Provinciais Eleitorais. Nas redes sociais surgem cada vez mais críticas contra a morosidade na divulgação dos primeiros Resultados Provisórios, por parte da CNE, tendo se passado mais de 24 horas desde que decorreu o início da votação do dia 23 de Agosto. Ao nível nacional, a votação culminou às 18 horas, tendo a CNE, através da sua porta-voz Júlia Ferreira, anunciado que 1.310 eleitores de 15 Assembleias de Voto das províncias do Moxico, Lunda Norte e Benguela vão votar apenas no próximo Sábado, dia 26 de Agosto. SEGURANÇA REFORÇADA NO CENTRO DE ESCRUTÍNIO NACIONAL O governo aumentou a segurança Centro de Escrutínio Nacional, proibindo os agentes de usar telemóveis ou tirar fotografias, bem como não admitir as pessoas fotografar num raio de 100 metros. Nos dias anteriores, os agentes da Polícia Nacional que prestavam serviços ao Centro de Escrutínio Nacional estavam apenas equipados com porretes mas hoje, estão punidos de armas do tipo: Uzi e mini uzi, com munições. A instituição também foi reforçada com agentes do Serviço de Inteligência Nacional e Segurança do Estado (SINSE). Nestas Eleições Gerais, onde participaram os partidos políticos: MPLA, UNITA, CASA-CE, FNLA, PRS, e APN, registaram-se 9.3

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Por Felix Miranda ALERTA MÁXIMO INTOLERÂNCIA POLÍTICA AGREDIDOS POR UM GRUPO DE MILITANTES DO MPLA INCLUINDO O SECRETÁRIO DA JMPLA PROVINCIAL A pouco menos de 5 dias da votação, o MPLA em desespero de causa, reage como uma Pacassa Ferida, dá coices até no ar. Organizou em toda Angola, grupos integrados por alguns governadores, administradores e elementos da policia, cujo objectivo é o de arrancar bandeiras e espancar dirigentes ou militantes da CASA-CE. Andam armados de barras de ferro, catanas, paus e pedras. Temos provas factuais. O caso mais recente teve como vítimas os nossos Repórteres MC Kanjila e Jeremias Kaboco, ao inicio da noite do dia 18 de Agosto, espancados pela polícia com o envolvimento directo do Comandante da Viação e Trânsito do Uige, manifestamente nas vestes de dirigente do MPLA, isto depois da retumbante actividade do Negage. Com o Relâmpago. A Direcção da CASA-CE recomenda a todos seus militantes, amigos e simpatizantes, a não cederem as provocações para não cairem na tentação e jogo sujo do MPLA que desde 1975 usou a arma da violência para se manter no poder. Contudo, que o medo não continue a ser responsável da desgraça de milhões de angolanos. VER IMAGENS

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"O jornalista da rádio Ecclésia Salgueiro Vicente apresentou hoje, 17, uma queixa contra o agente da polícia que o agrediu na segunda-feira quando fazia uma reportagem sobre o cheiro vazado da base logística da SONIL, que terá provocado desmaios em alguns populares." Source: RA Mais: https://www.radioangola.org/?p=4621

Um pequeno grupo de cidadãos protestou hoje de fronte ao ministério do interior contra a nota enviada por aquele órgão envida aos governos províncias proibindo de forma inconstitucional o direito à manifestação

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"A CASA-CE diz que o último episódio foi no sábado, na província do Cuando-Cubango. De acordo com a segunda maior força da oposição, quatro militantes terão sido agredidos por membros do partido no poder, o MPLA." Por DW Mais: http://www.dw.com/pt-002/angola-casa-ce-denuncia-atos-de-intolerância-pol%C3%ADtica/a-40090378

Zuela: Militantes da CASA-CE denúncia intolerância política em Angola. Mais: https://zuela.org/

Isto e grave

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"A UNITA disse que o seu militante, alegadamente raptado e assassinado por membros do MPLA na Lunda Norte, foi atirado ao rio Cuango para ser comido por crocodilos." Por VOA

The ban imposed in Egypt in 2016 by government on public criticism is still in force. Scores have been arrested by the police with majority of these arrests based on preemptive reasons. Prominent human rights organizations have been banned from travels and some their assets frozen. https://www.hrw.org/world-report/2017/country-chapters/egypt#eaa21f

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"Mais de três mil cidadãos forçados a abandonar as suas áreas de origem devido à intolerância política no interior da província de Benguela podem não exercer o direito de voto, alertou a OMUNGA, organização envolvida na educação cívica eleitoral." Mais: https://www.voaportugues.com/a/benguela-deslocados-da-intolerancia-politica-poderao-nao-votar/3966228.html?ltflags=mailer

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O livro intitulado "Conheça e Exija os Teus Direitos" (Know and Demand Your Rights) ja esta disponível... Sera apresentada ao publico na proxima semana, dia 24, as 11 horas na sala das irmãs do S, Jose de Cluny -no Kinaxixi. O livro será ofertado aos presentes. Fonte: Friends of Angola - FoA https://www.friendsofangola.org

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Em breve, a brochura intitulada "Conheça e Exija os Teus Direitos" (Know and Demand Your Rights) será apresentado ao público em Angola.

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Debate entre jovens na Comunidade do Golf II com Mbanza Hanza

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Apresentação do aplicativo Zuela

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Debate entre jovens

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Por Nelson Francisco Sul Jornalismo Angolano: Rita Filomena Mununga, jornalista da Rádio Nacional, é o rosto de uma manifestação prevista para este sábado, 3, na cidade do Dundo, capital da província diamantífera da Lunda-Norte, em protesto contra a subida dos preços da transportadora aérea nacional, a TAAG, na rota Lunda-Norte-Luanda e vice-versa. A coragem desta senhora, devia servir de exemplo para os 'jornalistas gays' [os mentes formatadas -que só pensam com a barriga], que antes da profissão está a cidadania. Ou seja, antes de entregarem as vossas ‘nádegas ao n’guverno’ [fazendo maquiagem ao ministro, governador, administrador e etc], o fundamental é não tomar o inaceitável como natural.

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A Human Rights Watch (HRW) revela que a situação dos direitos humanos em Angola preocupa, com violações a vários níveis, enquanto a liberdade de imprensa está ameaçada com a lei aprovado no ano passado. Os dados constam no seu “Relatório Mundial 2018: Luta pelos Direitos Tem Sucesso”, divulgado nesta quinta-feira, 18, em Paris, França. A organização de defesa dos direitos humanos destaca, no entanto, uma luz de esperança com as promessas do Presidente João Lourenço de combater a corrupção e a má gestão dos dinheiros públicos. No documento, a Human Rights Watch considera que a tomada de posse de João Lourenço como Presidente da República pôs fim a quase quatro décadas de um “regime repressivo” de José Eduardo dos Santos, mas lembra que apesar de as eleições terem sido considerados pacíficas, ficou marcada por “severas restrições” às liberdades de expressão e de associação e pelo acesso limitado à informação devido à acção “repressiva e sensória” do Governo. A organização aponta a nova lei de imprensa angolana como sendo uma ameaça à liberdade de imprensa. Angola, de acordo com o relatório,continua a ser palco de abusos e uso excessivo da força por parte das diferentes unidades de segurança, intimidações e detenções arbitrárias de participantes em manifestações pacíficas. A HRW aguarda, no entanto, a confirmação das promessas de João Lourenço, nomeadamente na luta contra a corrupção e impunidade e na criação de uma sociedade aberta e livre. Em declarações prestadas à VOA, Zenaida Machado investigadora da Human Rights Watch para Angola e Moçambique disse haver sinais positivos desde a subida à presidência de João Lourenço mas fez notar que o novo presidente só começou a governar em Setembro e que o relatório abrande todo o ano de 2017.

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Trata-se de Mateus de Oliveira, 31 anos, que segundo o portal “Makangola”, o mesmo contou de forma lenta a forma cruel como terá sido torturado. A vítima mostra as suas costas vergastadas com 24 catanadas, às mãos de um responsável do Serviço de Investigação Criminal (SIC), destacado na 49.ª Esquadra, no Bairro do Nandó, município de Belas, em Luanda. O jovem conta que passou o Natal detido, e sofrendo com duas grandes feridas causadas pelo espancamento com a parte lateral da catana. A história da sua detenção é atribulada, mas a realidade do uso diário da catana, enquanto instrumento institucional de tortura pelo SIC, é de uma barbaridade indescritível. Tudo começou a 17 de Dezembro, quando Mateus de Oliveira, actualmente a trabalhar por conta própria como técnico de frio, recebeu um telefonema de um suposto cliente interessado em comprar um aparelho de ar condicionado. Afirma que, de vez em quando, faz a intermediação de compra de aparelhos, cabendo-lhe, no acordo, o valor correspondente à montagem. Para o efeito, adianta, publicita os seus contactos nas redes sociais, como fornecedor de serviços de montagem e manutenção de aparelhos de ar condicionados, recorrendo a um cybercafé como “escritório” para os seus contactos. “Expliquei ao indivíduo que domingo não era dia de trabalho e que poderíamos falar na segunda-feira. No dia seguinte, retornou a chamada de manhã cedo. Respondi ao suposto cliente que estava ocupado. Mas ele era persistente”, conta. Para facilitar, deu o contacto do seu amigo Hélder Costa, para que acompanhasse o suposto cliente à loja de um maliano, ao lado do seu local de serviço. Depois da hora do almoço, Mateus de Oliveira dirigiu-se ao “escritório”, o cybercafé onde Hélder Costa trabalha. “O Hélder entrou em contacto com ele. Apareceu e, dois minutos depois, entraram seis ou sete elementos do SIC armados”, prossegue Mateus de Oliveira. “Pegaram-nos e levaram-nos para a esquadra como burlões.””Para além dos dois amigos, os agentes do SIC

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Um protesto dos fiéis da Missão de Santo António dos Gambos, na Huíla, foi decretada pela comunidade cristã contra o “Projecto de Transumância do Governo Provincial da Huila”, que segundo os habitantes daquela comunidade, vai retirar, sem o seu consentimento, a água da Missão, tendendo beneficiar os fazendeiros da região, e de cuja exploração intensiva, poderá, na falta de estudos de viabilidade, esgotar o lençol freático da Fonte de Santo António, a única de que depende a existência das populações, enquanto Comunidade da Missão. Num comunicado da “Missão” a que o Zuela teve, os fiéis católicos relatam que a acção de protesto teve inicio a 2 de Janeiro de 2018, às 04H00 da manhã, depois de esgotadas todas as vias de diálogo com o Governo Provincial, e tendo em conta os futuros projectos de resiliência contra as mudanças climáticas, decidiu unanimemente, e com respaldo constitucional, desencadear uma acção de reivindicação pacífica que visa bloquear a entrada, para a Fonte de Santo António, dos camiões das Fazendas da Tunda dos Gambos. Os habitantes da região dos Gambos na Huíla, diz que a sua reivindicação visa igualmente enviar uma mensagem de encorajamento aos responsáveis governamentais para que sejam encontradas soluções de um plano de “ÁGUA PARA TODOS”, que seja canalizada a partir de fontes alternativas, como por exemplo, a do Rio Caculuvar, do Mbwenthiti e do Nkhulwa e que tal acção beneficie as populações, desde o Lupembe até à fronteira com o Município da Kahama, sublinham os contestatários, para quem “estaremos abertos a ajudar para que solução técnica, abrangente e inclusiva seja encontrada”. No documento, a Comunidade de Santo António nos Gambos, lembra que de forma humilde, paciente e respeitosa, os responsáveis da referida comunidade sempre bateram às portas das instituições governamentais, para que fosse encontrada uma solução que satisfizesse o interesse de todas as partes, tendo sido ignorados todos os seus esforços e apelos. Como se não bastas

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KWANZA-NORTE: JORNALISTAS DEBATEM INCLUSÃO DAS MULHERES NO TRATAMENTO DE NOTICIAS D A Organização Não-Governamental (ONG) Médicos Dell Mundo, situada na capital de Ndalatando, Kwanza Norte, reuniu profissionais da comunicação social que exercem a actividade na referida província e em Luanda para debater a inclusão das mulheres nas notícias, bem como o tratamento igual entre os géneros. Texto de Simão Hossi A iniciativa juntou profissionais da Angop, TPA, RNA, representada pela sua delegação local, a Rádio Angola, o Fórum de Mulheres Jornalistas para Igualdade de Género (FMJIG) e Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA). O número de mulheres nas redacções e suas oportunidades foi abordado pelos presentes, tendo como objectivo destacar a perspectiva de género no tratamento das informações e divulgação sobre a participação democrática nos espaços públicos e de governabilidade, com um atendimento especializado. A discriminação e preconceitos que as mulheres têm sofrido, isto na sociedade em geral, na família e em redacções, em particular, foram abordados com veemência. Além dos profissionais da comunicação social, a organização fundada em Espanha reuniu com 13 organizações da sociedade civil das províncias de Benguela, Luanda, Bié, Huíla e a província anfitriã, Kwanza-Norte, num encontro que serviu para troca de experiências e de boas práticas de liderança, atendimento a violência de género, juventude e governabilidade, reforçando assim o espaço de diálogo e reflexão sobre as experiências temáticas em diferentes províncias.

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O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), na voz do seu secretário-geral Teixeira Cândido, apelou ao boicote da imprensa angolana às sessões da Assembleia Nacional devido aos maus tratos a que os profissionais têm sido vítimas. A medida consta dum documento enviado aos órgãos de comunicação social no dia 19 do mês em curso. Texto de Simão Hossi O apelo surgiu no dia seguinte à última sessão plenária ordinária, realizada na segunda-feira, 18. Para além do confinamento numa sala onde são colocados os jornalistas no interior do parlamento para, pela televisão, acompanharem o desenrolar dos debates e votações no hemiciclo, elementos identificados como membros do gabinete de comunicação e imagem do parlamento exigiram, na referida sessão, que o repórter de imagem da TV Zimbo interrompesse a gravação que fazia, numa altura em que o profissional colhia as imagens do plenário por meio de uma tela com uma coluna de som ao lado. Os elementos “estranhos” fizeram fotos aos jornalistas presentes na sala, local onde são confinados os jornalistas, situação que afectou também os profissionais dos órgãos de imprensa estatais, tais como RNA, Jornal de Angola, Angop e TPA. Minutos depois, um oficial da Polícia Nacional apareceu na sala reservada a imprensa. O oficial, que nesta altura acompanhava o desabafo dos jornalistas da ANGOP, Lusa, Despertar, Jornal de Angola e Ecclésia, descontentes com a atitude dos funcionários do gabinete de comunicação e imagem, num tom ameaçador insurgiu-se contra os jornalistas, tendo expulsado os mesmos das instalações. Esta e outras situações têm colocado os jornalistas numa condição deplorável para fazer o seu trabalho de informar e formar com verdade o público eleitor, sendo que para o sindicato estas práticas e a atitude do parlamento é demonstração do recuo no que diz respeito ao exercício da profissão de jornalistas em Angola. Desta forma, o documento do SJA é directo: “apela à solidariedade dos responsáveis dos órgãos de

Circula nas redes sociais um vídeo em que um cidadão não identificado a ser "maltratado" alegadamente por agentes do Serviço de Investigação Criminal (SIC), algures, por supostamente ter cometido algum crime.. Outros dados sobre o assunto o "Zuela" poderá abordar nas próximas edições.

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A Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos (ADCDH) vem denunciar a detenção de 28 activistas dos Direitos Humanos, no Cine Popular e noutros pontos da cidade, pelos agentes da Polícia Nacional, enquanto caminhavam para lugar da concentração da marcha (Chiloango), pelas 11 horas do dia 16/12/17. Eis os nomes dos detidos: Alexandre kwanga Nsito; Clemente Cuilo; Celestino Manhito; Julho Pau; Félix Ngonda Baveca; Hilário Muanda; Faustino Batama; André Conceição; Celestino Sumbo; Alexandre Fernandes; José Luemba; Benjamim Gime; Feliciano Conde; Ruben Mabiala; Joaquim Gime; Zacarias Dunda; Alfredo Ledi; Antonio Tuma; Geraldo Nduli; Francisco Mingas; Afonso Baza; Alberto Puna; Filipe Macaia; Paulo Ngoma; Sebastião Macaia; Rafael Mabiala; Marcos Mabiala e Filipe Mataia. Desses, alguns foram torturados: Alexandre Kwanga Nsito, Clemente Cuilo e os outros.

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A Polícia Nacional está a ser acusada de ter detido e torturado no último fim-de-semana, um activista cívico identificado por Enoque Jeremias, responsável da Associação de Promoção e Desenvolvimento Social (APDS), por suspeitas de tentar fotografar o governador da Lunda-Norte, Ernesto Muangala, sem previa autorização. O incidente, segundo dados apurados pelo “Zuela”, teve lugar no município do Cuango quando Enoque Jeremias fazia-se de guia de uma equipa de reportagem da Televisão privada TV-Zimbo que cobria a visita da ministra da Saúde, Silvia Lutukuta, que se deslocara à vila de Cafunfo, que se debate com o surto de malária. Segundo consta, tudo começou quando o cidadão em causa recebeu uma ligação de alguns companheiros jornalistas que vinham a acompanhar a Ministra e que precisavam lhe contactar diretamente, pedindo que se encontrassem junto do hospital regional do Cafunfo. Ernesto foi com um amigo Cândido Cori e ao direcionarem-se para o local combinado depararam-se com responsáveis políticos da província como no caso dos senhores Fernando Muatxiteno, o Director municipal da educação, e Kazanga Manuel, o secretario local da JMPLA. Para a sua tristeza, neste momento Enoque Jeremias terá recebido uma mensagem no seu telemóvel, e ao tentar abrir, um dos agentes da secção do Serviço de Investigação Criminal (SIC), conhecido por “Ninja”, e Pedrito “Socicla” acusaram o activista de tentar fotografar a Ministra e o Governador. Por conta disto, Enoque Jeremias foi obrigado a entregar o telefone ao “Ninja” para que este certificasse se havia fotografado os dois governantes naquele instante. Não foram encontradas fotografias. Desta feita, três agentes da Policia Nacional detiveram o Enoque Jeremias e logo começaram a lhe torturar. Um agente da Policia de Intervenção Rapida (PIR) atingiu-lhe com um soco no olho do lado direito tendo este começado a sangrar, e posteriormente foi levada na 2a Esquadra de Cafunfo onde permaneceram todo dia. Ainda no acto da detenção,

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O Observatório para Coesão Social e Justiça (OCSJ) é a mais nova organização que visa debater-se contra a violação dos direitos fundamentais dos cidadãos em Angola, cuja apresentação do seu corpo directivo foi feita neste domingo, 10 de Dezembro, em Luanda. Falando no acto de apresentação, o advogado Zola Ferreira Bambi, presidente da organização, disse que entre os objectivos, o “Observatório para Coesão Social e Justiça” estará empenhado na defesa dos direitos humanos e fundamentais, a promoção da integração, o dialogo social, coabitação e solidariedade social. Consta ainda, segundo Zola Ferreira Bambi, a luta contra as desigualdades e o fomento da cultura jurídica e cidadã, bem como o encaminhamento do seu manifesto no acompanhamento fiscalização das políticas públicas e da responsabilidade social corporativa. Aos presentes, o presidente do “Observatório para Coesão Social e Justiça” fez saber igualmente que a nova agremiação dos direitos humanos que emerge da sociedade civil “está capacitada a proporcionar, consultas jurídicas programadas, mediação, resolução de conflitos extrajudicial, patrocínio jurídico, intervenção social, apoio e assistência jurídica aos estrangeiros e à diáspora angolana. Zola Bambi esclareceu que “Observatório para Coesão Social e Justiça” não constitui um movimento político, “tão pouco apresenta algum vínculo, pacto ou compromisso vertical ou horizontal, para servir de instrumento de apoio aos partidos políticos, organizações ou instituições diversas”. “O seu rolo fundamental limita-se a um posicionamento neutro, imparcial com vista a contribuir na defesa dos direitos fundamentais e humanos, proporcionar, de forma pertinente e responsável, informação e esclarecimento de certas políticas públicas às populações”, disse. O “Observatório para Coesão Social e Justiça (OCSJ)” foi fundado em Julho de 2017 e os seus promotores sublinham que o mesmo funciona desde assinatura pública, tendo já realizado diversas actividades que vão de en

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Observatorio para Coesão Social e Justiça

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Stop Slave Trade in Libya - Washington DC Protest Rally - Tue Dec 12 9am - Embassy of Libya

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O Grupo Parlamentar da UNITA entende que a Procuradoria-Geral da República (PGR) deve agir e responsabilizar as autoridades da província da Lunda-Norte, em consequência das mortes sucessivas, essencialmente de crianças, por alegada negligência do governo local e desvio de medicamentos e materiais gastáveis dos hospitais públicos para postos médicos privados por parte de funcionários da saúde.98 Num relatório de tornado público aos órgãos de comunicação social nesta terça-feira, 05/12, saído de uma visita de constatação de alguns deputados à Assembleia Nacional pela bancada parlamentar da UNITA, nas regiões do Cuango e Cafunfo, província da Lunda-Norte, no período entre 26 e 29 de Novembro de 2017, os parlamentares do “Galo Negro” constataram que a “situação actual vivida no município do Cuango é o resultado de uma governação irresponsável, uma governação sem norte e sem projectos sociais coerentes e, até, o sinal evidente de que as Autarquias em Angola devem ser implementadas com alguma urgência”. Segundo os deputados da UNITA que contrariam os argumentos das autoridades governamentais da Lunda-Norte, que minimizam o número de mortes podia, “há efectivamente uma doença com sintomas de malária a matar 5 a 12 crianças por dia . A doença se torna estranha na medida em que ela actua de maneira muito rápida levando a morte as suas vítimas”. Os deputados constataram que de 1 de Setembro a 29 de Novembro de 2017, terão perecido mil e 80 crianças, dos zero à 17 anos, numa média diária de 12 crianças, devido a falata de saneamento básico e água potável para o consumo das populações. “as populações consomem água imprópria, falta de saneamento básico já que não existe até uma simples rede de esgotos”, diz o relatório a que o “ZUELA” teve acesso. O documento refere que o encerramento da morgue faz com que os cadárevres sejam levados para casa. “Assim os familiares se reunem em volta do morto expondo-se a riscos de contágio” Para todos os problemas que a população enfrenta,

Tudo começou com a detenção de João Alfredo Dala por agentes da Polícia Nacional e Serviço de Investigação Criminal, acusado de participar de um alegado “rapto” do pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Daniel Cem ex-presidente da região norte, ao que consta, terá alegadamente simulado o seu próprio rapto, no dia 29 de Outubro de 2015. Dos factos reportados pelo “Maka Angola”, referem que durante o “cativeiro”, o mesmo Daniel Cem usou o seu telemóvel e computador para negociar pessoalmente com a igreja o seu resgate, para conversar com amigos e familiares. A igreja não pagou. Para justificar a sua libertação, o pastor alegou que os próprios raptores lhe teriam concedido um empréstimo de dez milhões de kwanzas, conforme explicado anteriormente, na primeira parte desta investigação. Como a história não fazia sentido, era preciso encontrar alguém que confessasse o suposto crime. Os dados avançados, ressaltam que João Alfredo Dala, foi pessoalmente torturado – até o deixarem mutilado – por alguns dos principais chefes do SIC, durante 15 horas seguidas, para o obrigarem a repetir, em vídeo, uma confissão que lhe tinham preparado. O pastor Daniel Cem e familiares seus também torturaram o "escolhido" na 48ª Esquadra Policial, em Viana. Segundo contou João Alfredo Dala ao portal que o “Zuela” tem vindo a citar, no 4 de Dezembro do mesmo ano de 2015, por volta das 23h00, um grupo de 18 elementos encapuzados invadiu a residência do comerciante João Alfredo Dala, líder da juventude da Igreja Adventista do Sétimo Dia, no bairro Rocha Pinto, tendo morto o seu cão pastor alemão com um tiro na cabeça. “Pensámos que eram bandidos. Escalaram até ao primeiro andar onde vivo e entraram no meu quarto. Pedi-lhes que não fizessem mal à minha família. Disse-lhes que tinha dinheiro e que o entregaria”, afirma João Dala. “Um deles pegou na minha filha de 20 anos, a Linda, e pensei que a fossem violar e comecei a gritar. Implorei para não a violassem”, denuncia. Levou então uma cor

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Sete activistas foram detidos por volta das 11 horas, neste sábado, 02/12, supostamente por orientação do segundo Comandante da Polícia Nacional na província de Cabinda, quando tentavam distribuir e colar na via pública panfletos sobre a realização de uma “manifestação pacífica” no próximo dia 16 de Dezembro, data consagrada ao “Dia Internacional dos Direitos Humanos”. Em declarações prestadas ao “Zuelala”, Alexandre Kuanga, coordenador da Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos (ADCHD) em Cabinda disse que os sete activistas, defensores dos Direitos Humanos no enclave, foram detidos e colocados na prisão sem motivos que justifiquem. Alexandre Kuanda conta que os activistas que pretendiam distribuir e colar panfletos no centro da cidade de Cabinda que anunciam a realização da manifestação já anunciada às autoridades para o sábado, 16/12, foram interpelados por um sargento de uma Esquadra Móvel da Polícia Nacional que “os impediu de colar os cartazes na paragem do Yema”. O coordenador da Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos (ADCHD) na província rica em petróleo fez saber a que a manifestação tem por objectivo exigir o fim da “impunidade, assassinatos, desemprego que assolada a maioria da população, as prisões arbitrárias, perseguições e bem como a degradação social da província de Cabinda”. Para Alexandre Kuanga, os sete activistas estão detidos sem nenhuma acusação formal, e tudo aconteceu quando os mesmos se dirigiram ao Comando Provincial da Polícia de Cabinda, reclamando sobre o “impedimento” a que foram vítimas na colagem dos dísticos por parte de um dos agentes de uma Esquadra Móvel, e postos no local, contra Alexandre Kuanga, “o segundo comandante da polícia orientou detenção dos activistas”. “Os activistas foram ao comando reclamar as razões do impedimento na colagem dos panfletos, mas chegando lá foram colocados na prisão por orientação do segundo comandante, que momentos depois foram levados para a

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Fazer dos Recursos Naturais uma Fonte de Bem estar de todos e para os Angolanos Luanda 29 a 30 de Novembro de 2017

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Nos últimos tempos, tem circulado nas redes sociais, informações que dão conta de sucessivas mortes em Luanda, principalmente de jovens, supostamente executados à queima-roupa cujas mortes são atribuídas aos Serviços de Investigação Criminal (SIC). A pena de morte em Angola, ao que consta, foi abolida em 1991 e a Constituição da República de Angola, aprovada em Fevereiro de 2010, entre os direitos e liberdades individuais e colectivos, consagra no artigo 30.º o “Direito o à vida”, estabelecendo que “o Estado respeita e protege a pessoa e a dignidade humanas”. Os factos reportados nos últimos dias são arrepiantes, porquanto são cadáveres que têm sido encontrados no interior dos bairros de Luanda, cujas testemunhas acusam elementos ligados aos Serviços de Investigação Criminal (SIC) de Angola, o que a ser verdade, viola a Constituição da República que proíbe a pena de morte. A denúncia mais recente é a do activista cívico Manuel Nito Alves, que numa publicação na sua página do “Facebook” na terça-feira, 28 de Outubro, advoga ter visto a morte de um jovem cujo nome e a idade não foram revelados, no quilómetro 9ª, na zona da Robaldina, em Viana. O Director do Serviço de Investigação Criminal de Luanda, Amaro Neto, negou em conferência imprensa a existência de “esquadrão da morte” em Angola. Para o responsável do SIC na capital do país, a sua instituição respeita à vida e que tudo está a ser feito para encontrar os verdadeiros culpados pelas mortes. O activista Nito Alves, na publicação feita, “desafia” à alta patente do SIC. “Eu ninguém me contou, presenciei a morte deste jovem”, lê-se na publicação do Nito Alves, que disse que esteve em companhia de dos outros activistas Arante Kivuvu Lumumba e Salvador Tadeu. “Vimos tudo e para quem tem duvidas, vêm agora aqui na Robaldina, o corpo do jovem ainda está aqui isso, aconteceu há cinco minutos, agora mesmo”, denunciou o activista, acrescentando que “o carro dos homens do SIC é um Land Cruse branco de cinco por

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Fonte: DN Muitos são obrigados a pedir dinheiro às famílias para evitar a escravatura. Segundo a Organização Internacional para as Migrações, o deserto do Sara ultrapassou o Mediterrâneo como principal causa de morte. Mais: https://www.dn.pt/mundo/interior/migrantes-africanos-vendidos-como-escravos-por-400-dolares-8917560.html

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Sou eu mais livre então. Diário de um preço político

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O lançamento + venda + sessão de autógrafos será no Hotel Globo. Fica na esquina oposta à da Bricomat na Mutamba. Perto do GPL. Quem vai com intenção de comprar o livro leva só kumbú como se tivesse a ir adquirir nas escassas livrarias que ainda existem por aí, ou mesmo no Kero. Seguramente voltarão com o livro e provavelmente com troco. Parem de perguntar o preço. Saberão ao chegar. AVISO: só existem 450 cópias do livro. Não há reservas. Finalmente o lançamento do livro em Luanda já tem uma data e um local. Depois das habituais dificuldades de sítios "óbvios" como o Elinga-Teatro darem um redondo NÃO e outros não tão óbvios como o Espaço Rebita dizer que sim e depois recuarem, felizmente o Hotel Globo não colocou nenhum entrave... até agora! Vamos ver se o governo do João Lourenço permite a liberdade de expressão, livre reunião e que o incentivo à leitura não seja só uma música da Noite e Dia... afinal, melhorar o que está bom e corrigir o que está mal, passa também pela percepção de que há lugar para todos nessa imensa e linda Angola. Dia 9 de Novembro, próxima quinta-feira no Hotel Globo na Mutamba em Luanda, a partir das 17:30h. Apresentação de Reginaldo Silva.

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Postura dos Meios de Comunicação nas Eleições 2017

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A falta de médicos especialistas em dermatologia, precisamente em cuidados da pele de pessoas com albinismo, foi apontada como uma das situações que contribuem para a má qualidade de vida dos albinos em Angola, levando alguns à morte por cancro da pele. Texto de Simão Hossi A Associação de Apoio aos Albinos de Angola, abreviadamente «4 As», comemorou, no dia 23 deste mês, o seu quarto aniversário desde a sua constituição legal. Com sede no município do Cazenga, Luanda, entretanto provisoriamente, segundo disseram, conta com representações nas províncias da Huíla, Uíge, Huambo, Moxico, Kwanza Sul, e brevemente inaugura sedes em Benguela e Kwanza Norte. Segundo o seu presidente, Domingos Manuel Vapor, a falta de assistência médica especializada é uma grande preocupação da associação. Para além deste problema, Mariza, jovem membro da organização, denuncia a discriminação no emprego, acto condenável que reduz o tempo de trabalho em determinado posto, isto quando são empregados. A aceitação do albinismo pela sociedade, no geral, e a discriminação no seio da família tem sido vivido principalmente pelas mulheres com albinismo. Segundo Mariza, 95 por cento das mulheres com albinismo são mães solteiras, e isto ocorre porque “não têm tido o mesmo respeito e consideração”. Há também bastante discriminação às crianças com albinismo, chegando algumas a serem abandonadas mesmo, segundo Manuel Vapor, principalmente quando morrem os pais. DIFICULDADES FINANCEIRAS A associação enfrenta graves debilidades financeiras. Ela sobrevive das cotas dos seus membros, porém, poucos são os que têm capacidade para honrar com este ponto estatutário. Os poucos apoios que tem recebido não tem servido para desenvolver adequadamente o seu trabalho. Dentre as suas acções, consta o programa de informação que visa acabar com os mitos sobre pessoas com reduzida melanina, mitos que estão na origem de perseguições que culminam inclusive com assassinatos de indivíduos com albinismo. O presidente da

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Em busca da informação plural, mesmo que se encontre no Mato a que ajustar a atena parabolica, imagens de Malanje

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A realidade e crescimento das crianças do Cacuso em Malanje

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A realidade especifica das aldeias no Kwanza Norte e, realidade que se vive em outras aldeias do País

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Malanje- Angola

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Numeros de telefones dos comandantes municipais da provincia de Luanda - usa para fazer denuncias

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4ª aniversário da Associação de Apoio Aos Albinos de Angola

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Organização, #Mosaiko - Instituto para a Cidadania dos Padres Dominicanos

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Padre Jacinto Wacussanga Fomos detidos por volta das 13 horas e vinte minutos por ordem do director Provincial dos Serviços de Investigação do Cunene, porque segundo ele invadimos um espaço militar, quando nosso intenção foi simplesmente buscar o contraditório de uma informação que dá a conhecer de corrupção no caso que envolve a aprienção de 350 viaturas ao abrigo do decreto presidencial N° 62/14 que proibe a entrada no país com mais de 5 anos de uso uma outra norma que proibe a circulação de viaturas de volante a direita. Fomos tratados como marginais, privados dos nossos meios, empurrados por agente do SPIC como se oferecessemos perigo a intergridade fisica e segurança de aproximadamente 8 elemntos do SPIC sob o comando do seu director, do senhor Pedro João. Detivram numa sala, onde por cerca de uma hora, ficamos sob custódia de um agente do SPIC, para hora depois ser ouvidos pelo proprio director, tendo dito que seremos encaminhados para MP. Não sei como, mas ppr vontade de Deus o nosso colega da TVZimbo, operador de camera e editor de imagem, entregou o seu telefone sem desliga-lo, por essa via a Redação da mesmla televisão ligou insistentemente, tendo originado a nossa libertação

Trist - Quando e k aconteceu isto?

The Reuters News Agency reports that the Speaker of the Ethiopian Parliament has submitted has resignation to the government. Mr Abdula Gemeda did not give reasons for his resignation. Source:http://www.reuters.com/article/us-ethiopia-politics/speaker-of-ethiopian-parliament-submits-resignation-idUSKBN1CD0XU?il=0

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Um levantamento sobre o desenvolvimebto da África Austral e os Direitos Humanos dos povos da regiao

Ministro Joao Melo, sessa ligacao com as Empresas de Cominicacao Social a qual foi Socio antes de tomar posse

The BBC reports that internet services in the Cameroon separatist region has been shut... It further reported that "security forces opened fire on demonstrators who were calling for independence at rallies on Sunday, killing at least eight people". Source:http://www.bbc.com/news/world-africa-41468149

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Fonte: Radio Angola Na sequência dos actos de intolerância política que se têm registado no Monte-Belo, município do Bocoio, em Benguela, noticiado primeiramente pela Rádio Angola, a Plataforma Eleitoral da Sociedade Civil de Benguela, na qual integram as organizações cívicas Omunga, CRB, e a AJS, divulgou um relatório onde, em nove pontos, aponta como conclusão. Mais: https://www.radioangola.org/plataforma-eleitoral-divulga-relatorio-sobre-intolerancia-politica-em-benguela/

Radio

The Independent reports that the Indian Federal Government is trying to deport over 40,000 Rohingya Muslims over their alleged ties to ISIS and the Pakistan Secret Services. Over 400,000 Rohingya Muslims have fled Burma following an upsurge in ethnic violence. Source:http://www.independent.co.uk/news/world/asia/india-rohingya-muslims-deport-burma-40000-supreme-court-terrorists-bang

The africanews reports that protests took place in some African countries against the violence in Myanmar targeting the Rohingya Moslem minority. There were protests on the streets of Johannesburg, Pretoria, Cape Town, Dakar and Accra. Source: http://www.africanews.com/2017/09/18/south-africa-senegal-ghana-march-against-rohingya-violence-in-myanmar/

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On Friday August 25, over 400 Regional Convention for Jehovah’s Witnesses attendees were rendered unconscious when unknown assailants spread a non-lethal gas through the main auditorium and restrooms of the Viana Assembly at Witnesses in Luanda, Angola. Read more: https://www.friendsofangola.org/archives/10309

Denuncia atos de intolerância política no município de Bocoio, província de Benguela.

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Por Adriano Sapiñala Noticia da ultima hora! Secretario Provincial da UNITA na Lunda Sul, Mwata Virgílio Pedro Samussongo, foi atingido com Gás Lacrimogéneo na Sala de reuniões pela Polícia Nacional, PIR na Sala de reuniões quando presidia uma Palestra hoje 15 de Setembro 2017. A acção foi orientada pelo Director de Ordem Pública sr Zeferino mais conhecido por China. É esta a paz deles!!!!!

descrição do teste test...FoA

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Um forte dispositivo policial no centro de Luanda

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A inclusão e o direitos das pessoas com deficiência deve ser um facto no nosso País

Reports from the CNN indicates that European leaders will be meeting their counterparts from African countries of Libya , Chad and Niger in Paris on Monday to discuss ways of stemming economic migration. Source : http://www.cnn.com/2017/08/28/europe/paris-migrant-summit/index.html

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"A Polícia prendeu na quarta-feira, 23 de Agosto, cerca de 40 cidadãos na cidade do Huambo, na sua maioria militantes da UNITA, na sequência de um tiroteio à porta de uma assembleia de voto que estaria a ser controlada por autoridades tradicionais." Por VOA Mais: https://www.voaportugues.com/a/policia-prende-cidadaos-unita-huambo/3999189.html?ltflags=mailer

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ÚLTIMA HORA: (Eleições Gerais 23 de Agosto de 2017) REGISTAM-SE TUMULTOS NO CENTRO DE ESCRUTÍNIO NACIONAL Por: Folha 8 Texto de Pedrowski Teca Há instantes recebemos várias denúncias provenientes do Centro de Escrutínio Nacional, localizado no Centro de Convenções de Talatona (CCT), dando conta que estão a impedir a entrada de certos Delegados de Lista dos partidos políticos da oposição, sobre tudo, os presidentes de Mesas de Voto das mesmas organizações políticas. “Estão a ser impedidos de participar directamente na sala de contagem de boletim”, denunciou um dos Delegados de Lista no local. O Centro de Escrutínio Nacional é a estrutura da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), onde convergem as actas, votos, documentos e informações fornecidos pelas Comissões Provinciais Eleitorais. Nas redes sociais surgem cada vez mais críticas contra a morosidade na divulgação dos primeiros Resultados Provisórios, por parte da CNE, tendo se passado mais de 24 horas desde que decorreu o início da votação do dia 23 de Agosto. Ao nível nacional, a votação culminou às 18 horas, tendo a CNE, através da sua porta-voz Júlia Ferreira, anunciado que 1.310 eleitores de 15 Assembleias de Voto das províncias do Moxico, Lunda Norte e Benguela vão votar apenas no próximo Sábado, dia 26 de Agosto. SEGURANÇA REFORÇADA NO CENTRO DE ESCRUTÍNIO NACIONAL O governo aumentou a segurança Centro de Escrutínio Nacional, proibindo os agentes de usar telemóveis ou tirar fotografias, bem como não admitir as pessoas fotografar num raio de 100 metros. Nos dias anteriores, os agentes da Polícia Nacional que prestavam serviços ao Centro de Escrutínio Nacional estavam apenas equipados com porretes mas hoje, estão punidos de armas do tipo: Uzi e mini uzi, com munições. A instituição também foi reforçada com agentes do Serviço de Inteligência Nacional e Segurança do Estado (SINSE). Nestas Eleições Gerais, onde participaram os partidos políticos: MPLA, UNITA, CASA-CE, FNLA, PRS, e APN, registaram-se 9.3

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Por Felix Miranda ALERTA MÁXIMO INTOLERÂNCIA POLÍTICA AGREDIDOS POR UM GRUPO DE MILITANTES DO MPLA INCLUINDO O SECRETÁRIO DA JMPLA PROVINCIAL A pouco menos de 5 dias da votação, o MPLA em desespero de causa, reage como uma Pacassa Ferida, dá coices até no ar. Organizou em toda Angola, grupos integrados por alguns governadores, administradores e elementos da policia, cujo objectivo é o de arrancar bandeiras e espancar dirigentes ou militantes da CASA-CE. Andam armados de barras de ferro, catanas, paus e pedras. Temos provas factuais. O caso mais recente teve como vítimas os nossos Repórteres MC Kanjila e Jeremias Kaboco, ao inicio da noite do dia 18 de Agosto, espancados pela polícia com o envolvimento directo do Comandante da Viação e Trânsito do Uige, manifestamente nas vestes de dirigente do MPLA, isto depois da retumbante actividade do Negage. Com o Relâmpago. A Direcção da CASA-CE recomenda a todos seus militantes, amigos e simpatizantes, a não cederem as provocações para não cairem na tentação e jogo sujo do MPLA que desde 1975 usou a arma da violência para se manter no poder. Contudo, que o medo não continue a ser responsável da desgraça de milhões de angolanos. VER IMAGENS

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"O jornalista da rádio Ecclésia Salgueiro Vicente apresentou hoje, 17, uma queixa contra o agente da polícia que o agrediu na segunda-feira quando fazia uma reportagem sobre o cheiro vazado da base logística da SONIL, que terá provocado desmaios em alguns populares." Source: RA Mais: https://www.radioangola.org/?p=4621

Um pequeno grupo de cidadãos protestou hoje de fronte ao ministério do interior contra a nota enviada por aquele órgão envida aos governos províncias proibindo de forma inconstitucional o direito à manifestação

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"A CASA-CE diz que o último episódio foi no sábado, na província do Cuando-Cubango. De acordo com a segunda maior força da oposição, quatro militantes terão sido agredidos por membros do partido no poder, o MPLA." Por DW Mais: http://www.dw.com/pt-002/angola-casa-ce-denuncia-atos-de-intolerância-pol%C3%ADtica/a-40090378

Zuela: Militantes da CASA-CE denúncia intolerância política em Angola. Mais: https://zuela.org/

Isto e grave

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"A UNITA disse que o seu militante, alegadamente raptado e assassinado por membros do MPLA na Lunda Norte, foi atirado ao rio Cuango para ser comido por crocodilos." Por VOA

The ban imposed in Egypt in 2016 by government on public criticism is still in force. Scores have been arrested by the police with majority of these arrests based on preemptive reasons. Prominent human rights organizations have been banned from travels and some their assets frozen. https://www.hrw.org/world-report/2017/country-chapters/egypt#eaa21f

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"Mais de três mil cidadãos forçados a abandonar as suas áreas de origem devido à intolerância política no interior da província de Benguela podem não exercer o direito de voto, alertou a OMUNGA, organização envolvida na educação cívica eleitoral." Mais: https://www.voaportugues.com/a/benguela-deslocados-da-intolerancia-politica-poderao-nao-votar/3966228.html?ltflags=mailer